Ex-jogadora defende veto a mulheres trans no vôlei: “Justiça”

Ingrid Caravellas causa ao explicar por que apoia a decisão da CBV

Lívia Cout
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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Ingrid Caravellas e Tifanny Abreu
Ingrid Caravellas e Tifanny Abreu. Fotos: Reprodução/Instagram/Osasco Voleibol Clube/X/Montagem Área VIP

Ingrid Caravellas, campeã mundial juvenil com a Seleção Brasileira em 1987, comentou a nova regra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Em suma, esta impede mulheres trans de disputarem torneios nacionais femininos.

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Ex-jogadora defende nova regra da CBV, mas negra transfobia

Em entrevista ao portal “LeoDias”, Ingrid negou que seja preconceituosa e explicou que sua posição está ligada às categorias esportivas. “Primeiro, eu quero deixar uma coisa muito clara: eu não sou transfóbica. Muito pelo contrário.”, afirmou logo a princípio.

Em seguida, a ex-jogadora defendeu critérios baseados em diferenças biológicas nas competições femininas. “Por que existem categorias femininas no esporte? Porque existem diferenças biológicas entre homens e mulheres que podem produzir vantagens físicas importantes no desempenho esportivo.“, argumentou.

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Ingrid Caravellas cita Tifanny é durante declaração polêmica

Em seguida, Ingrid afirmou que sua defesa não representa um ataque às pessoas trans. “Eu não quero tirar direitos de ninguém. Quero preservar os direitos que as mulheres conquistaram no esporte.“, declarou.

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Na sequência, sobre Tifanny Abreu, atleta diretamente afetada pela mudança, Caravellas destacou: “Eu reconheço a trajetória da Tifanny como atleta e respeito o trabalho e os anos de dedicação que ela colocou no esporte. (…) [mas] a minha posição é a favor da categoria feminina e daquilo que eu acredito ser uma competição justa entre mulheres.“, finalizou.

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Entenda

A Confederação Brasileira de Voleibol anunciou, na sexta-feira (14/08), uma nova política de elegibilidade para competições nacionais de vôlei de quadra e de praia. Entre os critérios está a realização de uma triagem genética para verificar a presença do gene SRY, associado ao cromossomo Y e a características se*uais masculinas. Desse modo, atletas que não comprovarem os critérios de elegibilidade não poderão disputar as competições incluídas na nova política.

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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
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