
A Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, ainda não conseguiu intimar Pedro Henrique Espíndola, ex-participante do BBB 26, investigado por um crime sexual ocorrido dentro da casa. Uma semana após a confirmação da abertura do inquérito, a polícia informou que não localizou o ex-BBB nem seus familiares, o que tem atrasado o andamento das investigações.
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Ajuda de outro estado entra em cena
Diante da dificuldade, a Polícia Civil do Rio solicitou apoio das autoridades do Paraná, estado de origem de Pedro, na tentativa de encontrá-lo. A informação foi confirmada pela própria Deam. Na última quinta-feira (22), o ex-brother foi visto a caminho de uma clínica psiquiátrica no Paraná, dado que já havia sido antecipado por familiares.
O caso que chocou o público
Pedro deixou o BBB 26 no domingo (18) após tentar beijar a modelo Jordana Morais sem consentimento. As imagens exibidas pela Globo mostram o participante sendo repreendido pela sister, que pediu para que ele se controlasse. Segundo o apresentador Tadeu Schmidt, caso Pedro não tivesse apertado o botão de desistência, ele seria expulso do programa.
Nova investigação em outro estado
Além do inquérito no Rio, a Polícia Civil do Rio Grande do Sul apura um possível caso de importunação sexual envolvendo a modelo Elisa Klein, ocorrido durante uma dinâmica na Casa de Vidro do Sul, em Porto Alegre. A modelo deverá prestar depoimento, e as imagens que viralizaram nas redes sociais serão analisadas.
Repercussão e desdobramentos
O caso segue gerando forte repercussão fora da casa e reforça o debate sobre limites, consentimento e responsabilidade dentro e fora do reality show.
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