Antônio Fagundes revela que deseja fazer papel de mulher

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Ao contrário de Juvenal, que é possessivo e está sempre com suas antenas ligadas em Alzira e na filha, Solange, Antônio Fagundes se mostra tranqüilo quando o assunto é ciúme. “Tenho duas filhas, Dinah, de 28 anos, e Diana, de 26. As duas estão namorando e não tenho nenhum tipo de problema com os namorados delas. Ao contrário: a gente gosta muito de sair todos juntos”, diz o ator, em entrevista à Revista Fantástico.

As perguntas respondidas por Fagundes foram enviadas por leitores e internautas à revista. Entre as curiosidades sobre o ator que conquistou o Brasil como o líder comunitário de Duas Caras, está um desejo pitoresco: fazer papel de mulher! “É o sonho de minha filha mais velha, inclusive. Ela sempre me cobra isso. Em teatro, fiz uma vez algo parecido, mas era uma farsa. Seria um desafio bom. Mas eu com certeza não seria uma mulher muito bonita!”, diz o ator, divertindo-se.

Na entrevista, Fagundes fala ainda sobre as polêmicas de seu personagem e como as atitudes de Juvenal Antena diferem das dos políticos. Perguntado sobre seus medos, o ator cita a atmosfera de tensão vivida pela sociedade, no mundo inteiro. “Tenho medo de ter medo. A sociedade global está cambaleando para isso: dá medo de sair de casa, dá medo de ficar em casa. Aviões estão caindo em nossa cabeça. Pode ser um empecilho grave viver dentro desse medo”, reflete.

Antônio Fagundes fica de mau humor na Sapucaí

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Antônio Fagundes esbanjou mau humor no desfile da Portela. Convocado pela Globo para gravar cenas de “Duas caras”, ele simplesmente não queria dar declarações como ele mesmo, segundo informações da coluna Retratos da Vida do jornal Extra.

– Aqui eu não sou o Fagundes, sou o Juvenal Antena – dizia para a irritação dos jornalistas.

Depois de muito sacrifício, ele soltou um: “Eu odeio carnaval”. Uma jornalista resolveu questioná-lo sobre o sucesso de Juvenal. Pra quê? “Querida, tenho 42 anos de profissão”. Depois, ele foi ao camarote Rio Samba & Carnaval com a namorada, Alexandra Martins.

Antônio Fagundes viverá líder comunitário em Duas Caras

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Antônio Fagundes é o líder comunitário Juvenal Antena em Duas Caras, próxima trama da Globo. Ao mesmo tempo carismático e dominador, ele terá praticamente todos os moradores sob seu comando. Tanto poder vai exercer fascínio também sobre a ala feminina da novela. Pelos braços do chefão vão passar mulheres de diversas idades e classes.

As cenas da favela estão sendo gravadas no Projac, em uma cidade cenográfica construída nos moldes das comunidades cariocas, principalmente a favela de Rio das Pedras, em Jacarepaguá.

Duas Caras que substituirá Paraíso Tropical estréia dia 01 de outubro.

TV Cultura apresenta teleteatro com Antônio Fagundes, Stênio Garcia e Esther Góes

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O Grande Teatro em Preto e Branco, da TV Cultura, exibe na quinta-feira (10/05), às 22h40, o teleteatro A Beata Maria do Egito, de Rachel de Queiroz. Produzido em 1976, com adaptação e direção de Kiko Jaez, traz no elenco Antônio Fagundes, Stênio Garcia, Antônio Petrin, Esther Góes, Luiz Alberto Pereira e Marcos Câmara.

A peça coloca em cena o conflito político que se estabelece entre Maria do Egito, a Beata, fervorosa seguidora do Padre Cícero, e o Tenente que comanda o destacamento de um pequeno lugarejo. Ele é a ordem estabelecida. Ela é a subversão dessa ordem. Dois antagonistas, quase que vivendo sob o mesmo teto. A Beata é jovem, bonita, cheia de idéias. O Tenente também é jovem, vigoroso, cheio de desejos. Amor, fé, política e interesses particulares misturam-se nesse drama nordestino.

Após a exibição haverá um debate sobre o universo da obra. Participam desta edição os debatedores Ester Góes (atriz), Lúcia Capuani (atriz, diretora e professora de teatro. Formada pela FFLCH-USP) e Ângela Harumi Tamaro (doutora em Teoria e História Literária pela UNICAMP).

Rachel de Queiroz nasceu em Fortaleza (CE) em 17 de novembro de 1910, e faleceu no Rio de Janeiro (RJ) em 4 de novembro de 2003. Em 1917, veio para o Rio de Janeiro em companhia dos pais,que procuravam, nessa migração, fugir dos horrores da terrível seca de 1915, que mais tarde a romancista iria aproveitar como tema de O quinze, seu livro de estréia. Em 1919, regressou a Fortaleza e estreou, em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queiroz, publicando o trabalho no jornal O Ceará, do qual se tornou redatora efetiva

Cronista emérita, publicou mais de duas mil crônicas, que resultou na edição dos seguintes livros: A donzela e a moura torta; 100 Crônicas escolhidas; O brasileiro perplexo e O caçador de tatu.

Pelo seu trabalho recebeu inúmeros prêmios e foi eleita para Academia Brasileira de Letras em 4 de agosto de 1977.

Tonia Carrero recebe Antonio Fagundes

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O ator Antonio Fagundes, aproveitando sua folga em São Paulo e acompanhado por um grupo de amigos esteve no último fim de semana prestigiando Tonia Carrero em “A visita da velha senhora” no Teatro Sérgio Cardoso.

Após o término do espetáculo Fagundes se dirigiu aos camarins para cumprimentar Tonia e os demais integrantes do elenco.
“A visita da velha senhora” encerra sua temporada de êxito de público e crítica em São Paulo no próximo dia 19 de Outubro.

Antônio Fagundes comemora sucesso de peça no Rio

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O ator Antônio Fagundes reúne hoje à noite, numa churrascaria do Rio, amigos e colegas do elenco da peça “Sete Minutos”. É que o ator comemora o aniversário de um ano do espetáculo, que estreou em São Paulo e já foi assistido por mais de cem mil pessoas. “Sete Minutos” é o segundo texto de Fagundes, e o primeiro em que atua

Famosos prestigiam estréia da peça de Antônio Fagundes no Rio

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Foto: Luciana Marques

“Sete Minutos”, a peça de Antônio Fagundes fala da relação entre o público e o palco, e as divertidas situações que podem surgir nesta ligação. O ator, que também escreveu a peça, conta que se inspirou nos 37 anos de atuação no palco e o contato com a platéia: “fala sobre a minha vida, e o bom é saber que os meus colegas se identificam e, principalmente, a platéia, que é a protagonista de tudo isso”.

Este é o segundo texto de Fagundes e o primeiro em que atua, mas ele diz que não se considera um autor: “é uma extensão do meu trabalho de ator, se fosse viver disso, teria morrido de fome, já que consegui escrever duas peças num intervalo de 20 anos”.

Há um ano em cartaz, a peça já foi mostrada em São Paulo e outras 6 capitais. Cem mil pessoas já assistiram a montagem que tem direção de Bibi Ferreira. No elenco, além de Fagundes, Suzy Rêgo, Tácito Rocha, Neusa Maria Faro, Denis Victorazo e Luiz Amorim.

Tony Ramos, que estava na platéia do Teatro João Caetano, no Rio, adorou o espetáculo: “a peça não é um puxão de orelhas no público, ele observa a importância de cada um que vai ao teatro, que é uma arte diferente do cinema, da TV, ele fala do sentido de formação de platéia”.

Muitos outros famosos, como Cássia Kiss, Cláudio Heinrich, Mariana Hein, Regina Braga, Lupe Gigliotti e Zezé Polessa, também comparecem na estréia.

Colaborou Luciana Marques