
O destino das cartas de Xuxa foi transformá-las em uma ação solidária, convertendo o carinho dos fãs em apoio a uma causa social.
Em 1987, durante o auge do programa Xou da Xuxa, a apresentadora recebeu toneladas de cartas de fãs, em quantidade tão grande que a Globo precisou alugar um galpão para armazená-las, com estrutura de empilhadeiras, prateleiras e 12 funcionários dedicados à organização.
“Foi um galpão com empilhadeira, com prateleiras e 12 funcionários para cuidar das cartas. Uma coisa brutal. No final do ano, queriam fazer um incêndio, levar as cartas para um lugar qualquer e queimar aquelas cartas todas”, disse Boni.
“Você não imagina o que fazer com as toneladas de cartas que a Xuxa recebeu no ano de 1987. A quantidade foi tão grande que eu tive que alugar um galpão, mas não era um galpãozinho”.
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Segundo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, inicialmente cogitou-se até queimar as cartas, mas ele sugeriu uma alternativa: vender o material como papel reciclável e destinar o dinheiro a uma instituição escolhida por Xuxa.
A solução foi aceita, e o valor obtido com a reciclagem foi doado para ajudar crianças em uma entidade indicada pela apresentadora.
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“Vamos pesar isso, vender como papel reciclável e aproveitar o dinheiro para doar para as crianças de alguma entidade que a Xuxa escolher”.
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A revelação gerou reações nostálgicas nas redes sociais: alguns fãs lembraram das próprias cartas enviadas, enquanto outros se disseram felizes por terem contribuído, mesmo indiretamente, para ajudar outras crianças. “Minha cartinha foi reciclada“, comentou uma fã com emoji de sorriso com choro.





