
Chico Buarque e os maiores nomes da Música Popular Brasileira (chamada lá fora de Brazilian Folk Music) se reuniram para exigir o fim das apostas online que estão correndo o Brasil.
Jogos de azar, vale dizer, foram proibidos no Brasil de 1946 até 2018, com aprovação de lei pelo ex-presidente Michel Temer em dezembro, no final do mandato. O governo Bolsonaro também foi marcado pela ausência de regulamentação durante o seu mandato (2019-2022). Embora o mercado tenha sido legalizado no fim do governo Temer em 2018, Bolsonaro deixou o prazo legal expirar sem regulamentar o setor.
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Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso, Djavan, Paulinho da Viola, Anitta, Marieta Severo, Emicida, Camila Pitanga e outros lançaram a campanha “Chega de Bets, Tigrinho e cassinos online”, também chamada de “Block no Tigrinho”.
O objetivo é conscientizar sobre os riscos das apostas digitais, como endividamento, vício em jogos e transtornos de saúde mental. A campanha denuncia o uso de “contas demo” para simular lucros e enganar seguidores, além de questionar a narrativa de que apostas podem ser fonte de renda.
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Os artistas defendem que influenciadores e celebridades que promovem plataformas de apostas sejam responsabilizados pelos impactos sociais e financeiros causados.
Há um endurecimento das regras no Brasil, incluindo:
- Projeto de Lei 3915/23 que proíbe propaganda de cassinos online por artistas e influenciadores
- Leis estaduais, como no Maranhão, com multas de até R$ 1 milhão
- Regras federais que vetam campanhas publicitárias incentivando apostas excessivas
Operações investigam influenciadores suspeitos de promover plataformas ilegais e propaganda enganosa ligada ao “Jogo do Tigrinho”. O movimento busca ampliar o debate público e pressionar por medidas mais rigorosas de fiscalização, especialmente para proteger jovens e famílias vulneráveis.
LULA DIZ QUE FLÁVIO BOLSONARO MERECE SER ENFORCADO: “DAR UMA PORRADA”
Em discurso em Catalão (GO) hoje, o presidente Lula acusou Flávio e Eduardo Bolsonaro de lobby junto a Donald Trump, resultando em tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Chamou-os de “vendilhões da pátria”, “traidores” e “covardes”… LEIA MAIS!





