Claudia Raia e Miguel Falabella/Divulgação
Claudia Raia e Miguel Falabella/Divulgação

Uma bomba estourou para Miguel Falabella e Claudia Raia na quarta-feira passada (12). O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o recurso dos atores de uma ação na qual os herdeiros do dramaturgo Mauro Rasi (1949-2003) acusam o casal de danos materiais, informa o portal UOL. Toda essa confusão foi causada quando os atores atuaram na peça de Rasi ‘Batalha de Arroz em um Ringue para Dois’, em 2005 em Portugal.

Ainda de acordo com a publicação, segundo o processo, os artistas teriam pago R$27 mil à família do falecido pelos direitos autorais da obra, mas não pagaram pela porcentagem da bilheteria devida aos familiares, que seria mais de 1,2 milhões de euros, e que os dois também não pediram permissão para iniciar uma segunda temporada da peça.

Na última decisão do processo, que corre há 13 anos, os artistas foram condenados pelo STJ a pagarem aos herdeiros cada um uma quantia de cerca de R$2 milhões em valores corrigidos e determinou que os recursos que os artistas poderão requerer estão sujeitos à multa.

Na época da entrada do processo, Falabella e Raia teriam que pagar R$ 524.597,46. Mas após atualização de juros de 1% ao mês e correção monetária 13 anos depois, o valor ficou bem mais alto. A assessoria dos artistas já anunciou que irá recorrer da decisão do STJ.

Mauro Rasi foi um dramaturgo e roteirista de TV que tem marca em programas como ‘Armação Ilimitada’, ‘TV Pirata’ (na qual Claudia Raia trabalhou) e ‘Sai de Baixo’ (que também tinha Falabella interpretando Caco Antibes). A peça em questão foi escrita em 1985 e contava sobre as tribulações da vida de um casal. Em outras temporadas da peça, Miguel Falabella interpretou o marido da peça ao lado de Bia Nunnes e Claudia Jimenez.

Assessoria de Claudia Raia se manifesta

De acordo com o UOL, na última terça-feira (19), a assessoria de imprensa de Claudia Raia emitiu uma nota explicando o caso. “As apresentações de ‘Batalha de Arroz num Ringue para Dois’ em Portugal foram fechadas por um valor fixo de cachê, sem participação na bilheteria, uma modalidade de negociação comum no mercado do país. Na primeira temporada portuguesa da peça, a parte que negociava os direitos autorais de Mauro Rasi aceitou o acordo desta forma. Para a segunda temporada, a mesma autorização foi utilizada.

Na véspera da segunda temporada, com a produção pronta e os ingressos vendidos, houve o aviso de que o acordo anterior não estava mais autorizado e surgiu então a exigência de uma porcentagem sobre o valor da bilheteria, algo impossível de ser atendido visto que esse nunca foi o acordado com a produção local. O pagamento do percentual de cachê acordado foi feito na época, dentro do prazo, porém o valor foi estornado pela parte que representa Mauro Rasi”.

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