
A apresentadora Eliana contou em entrevista que precisou recorrer a terapia sexual para conseguir se soltar em cena, já que sempre trabalhou com um público mais infantil durante maior parte de sua carreira na televisão.
Em entrevista ao jornal ‘O Globo’, Eliana contou: “Total. Imagina ficar 16 anos tendo total consciência que eu não podia me expressar como uma adolescente ou como uma jovem de 20 ou 30 anos de idade, como normalmente eu faria como qualquer outra garota faria na época? Me policiava mesmo: roupas, gestos, a maneira como me comunicava. O exemplo que tinha que dar as pessoas“, iniciou.
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E seguiu: “Sempre me catequisei nesse lugar. Atenta a qualquer sinal. Entendia que se saísse desse lugar não era o ambiente seguro que gostaria de passar para o meu público de crianças. Foi um ativo importante de confiança entre mim e as mães. Não tinha internet. Era um lugar de de distração para as crianças enquanto as mães estavam trabalhando“, disse.
A loira ainda completou lembrando: “Queria plantar boas sementes, que as crianças fizessem comentário positivos, tipo: ‘Aprendi a brincar com sucata’, ‘Eliana me ensinou a respeitar a natureza’. Tinha um biólogo que trabalhava comigo e ensinou o Brasil a respeitar animais retratados como maus em filmes“, revelou.
Eliana precisou se reinventar na TV!
Logo na sequência, Eliana confessou que precisou se reinventar na TV detalhando sua terapia sexual: “Com todas essa consciência emocional e corporal, fazer essa transição para uma sala mais aberta, pode passar o batom vermelho e deixar a unha vermelha que antes não usava, mostrar mais o corpo, a sensualidade, ter um molejo, cruzar suas pernas de saia. Era tudo isso que não sabia que podia“, disse.
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E continuou: “Toda vez que a câmera ligava, eu voltava para a garota que já conhecia, que desde os 16 anos falava com o público infantil. Precisei me reinventar nesse lugar. E aí fiquei mais solta, dançava com certa liberdade de uma garota da minha idade, 30 anos. Mas precisei fazer muita terapia com a sexóloga Maria Helena Matarazzo, pioneira na educação sexual no Brasil“, contou.
E por encerrou afirmando: “Ninguém faz nada sozinha e contei com figuras importantes que me ajudaram a fazer transições sólidas na minha carreira. Tive inteligência emocional de me entender em lugares onde tinha que evoluir, de identificar profissionais competentes e uma pitada de sorte para eles quererem estar ao meu lado“.
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