
A Globo confirmou na manhã desta quarta-feira, 14 de janeiro, que morreu aos 86 anos de idade a norte-americana Claudette Colvin, reconhecida publicamente como uma das pioneiras na luta pelos direitos civis das pessoas negras nos Estados Unidos.
A informação envolvendo a morte de Claudette Colvin surgiu por meio de nota oficial de sua fundação, que lamentou a partida da ativista em uma publicação nas redes sociais. “Para nós, ela era mais que uma figura histórica. Era o coração de nossa família, sábia, resiliente e profundamente ligada à fé. Ela deixa um legado de coragem que ajudou a mudar o curso da história americana”, diz o comunicado.
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É válido lembrar que Colvin foi presa em 1955 ao se recusar a ceder seu assento de ônibus a uma pessoa branca em Montgomery, no Alabama. Na época, leis de segregação racial garantiam privilégios para pessoas brancas. Ela se rebelou e acabou detida.
Em entrevista a BBC há oito anos, Claudette relembrou como foi aquele momento. “Enquanto o ônibus descia pela rua principal, cada vez mais passageiros brancos subiam, e o motorista pediu que os assentos fossem desocupados. Duas ou três paradas depois, um policial me perguntou o que eu estava fazendo sentada ali. Eu disse que tinha pagado pelo meu lugar e que era um direito constitucional. Queria desafiá-lo acima de tudo, e me recusei a levantar.”
Por fim, ainda é válido destacar que Claudette teve dois filhos: Raymond Colvin, nascido em 1956, que faleceu jovem em 1993, e Randy Colvin, nascido em 1960, que se tornou contador e vive em Atlanta, também nos Estados Unidos.
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