Saulo Laranjeira (Reprodução/SBT)
Saulo Laranjeira (Reprodução/SBT)

Nesta última terça-feira (26), o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais surpreendeu ao ter condenado, o ator e humorista Saulo Laranjeira a ter de desembolsar mais de R$ 340 mil de dinheiro público.

O contratado do SBT, intérprete do deputado corrupto João Plenário no humorístico ‘A Praça é Nossa’, do SBT, foi ordenado a devolver a quantia exigida para um programa de TV no qual apresenta na Rede Minas, canal educativo da cidade de Belo Horizonte (MG).

Ao ter sido procurado pelo site UOL, o colega de trabalho de Carlos Alberto de Nóbrega relatou que “ficou pasmo” com a notícia, enfatizando o quão absurdo este caso foi: “É uma tempestade em copo d’água (…) não tem lógica com a história que tenho, principalmente aqui em Minas, com o meu trabalho, a lisura que tenho e a pessoa séria que sou com toda a divulgação da cultura brasileira“, comentou o artista.

Vale lembrar que, o produtor pode entrar em recorrência na decisão, e ainda que não tenha se pronunciado oficialmente, ele segue se preparando para se manifestar nas suas redes sociais. A condenação, no entanto, se refere aos R$ 100 mil de recursos públicos retirados em meados de 2001 para a realização do Arrumação 2000, um programa no qual ele apresenta há décadas.

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Com isso, Laranjeira deverá devolver quase R$ 342 mil, de acordo com o atualizado pelo órgão estadual até junho de 2017, que ainda frisa a irresponsabilidade do artista em atrasar o pagamento em 15 anos. O projeto idealizado por ele custou quase R$ 760 mil, e foi aí que ele solicitou uma doação de R$ 300 mil, sendo transferido R$ 100 mil, pago totalmente pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) num total de duas parcelas.

Em tempo, o Arrumação 2000 era uma atração veiculada semanalmente, e foi lançado por volta de 1997. Nele, o artista incorporava inúmeros personagens humorísticos em meio a apresentações de cantores, poetas, e dentre outros números artísticos. Dentre os personagens, veio o João Plenário, que logo foi remanejado para o A Praça é Nossa, há quase três décadas, sendo este o papel mais memorável da sua carreira artística.

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Colaborou: Luís Gusttavo



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