
Nessa última segunda-feira (14/09), José de Abreu surpreendeu um internauta ao revelar que já trabalhou como investigador de polícia. A resposta ocorreu logo após um seguidor questionar, no “X” [antigo “Twitter’], se o ator estaria “bancando o detetive”.
José de Abreu revela que já foi investigador de polícia
José, como costumeiramente faz, comentava sobre a política brasileira: “Mendoncinha [André Mendonça
Vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral] escreveu, em documento oficial do STF [Supremo Tribunal Federal], que recebeu da PF [Polícia Federal] as provas do celular de [Daniel] Vorcaro sem pedir. Mentira. Pediu em outro ofício. Eu vi o ofício.”, afirmou o ator.
Em seguida, um usuário questionou: “Zé você está se tornando detetive?“. Na sequência, o ator respondeu: “Sempre fui” e publicou uma foto do documento comprovando seu antigo ofício.
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sempre fui. https://t.co/eEbausH4RE pic.twitter.com/3bNoTYv00R
— Jose de Abreu (@Zedeabreu) September 14, 2026
Filho do delegado de Polícia José Pereira de Abreu, José Pereira de Abreu Jr. nasceu em Santa Rita do Passa Quatro (SP), no dia 24 de maio de 1944. Antes de seguir para a carreira artística, ele trabalhou na Polícia Civil de São Paulo.
Ator deixou a polícia após prisão
Em suma, Zé entrou na corporação em 1964 como escrivão e, depois, passou a atuar como investigador no 1º Distrito Policial, no Pátio do Colégio. Durante o período, ele também trabalhou no setor de entorpecentes do Departamento de Investigações (DI).
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Em 1968, o artista ingressou no curso de Direito da PUC-SP. No mesmo ano, porém, foi preso em 13 de outubro durante o Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), em Ibiúna, interior de São Paulo.
A prisão ocorreu em meio à ditadura militar. Desse modo, o veterano permaneceu cerca de três meses detido e deixou a Polícia Civil naquele período. Posteriormente, seguiu para o teatro em busca de oportunidades diante da censura do regime. Anos mais tarde, ele se tornou conhecido por trabalhos em produções como “Avenida Brasil” e “Joia Rara”.
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