
Juliano Cazarré publicou um vídeo nas redes sociais para negar as acusações feitas por uma ex-babá em um processo trabalhista de R$ 225 mil. Ele disse que decidiu se manifestar por não aceitar injustiças.
Ela alega jornadas excessivas, pagamentos sem registro, acionamentos de madrugada, acúmulo de funções, impedimento de atendimento médico e assédio moral.
Inicialmente contratada com carteira assinada e salário de R$ 5.500, a ex-babá teria pedido para receber “por fora” após reclamar dos descontos de impostos. O casal aceitou para não perder a funcionária.
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Cazarré afirma que ela tinha escala de quatro dias de trabalho e três de descanso, dormia em uma suíte separada da casa, tinha duas horas de almoço e cuidava principalmente do filho caçula, negando os chamados noturnos. O ator disse que houve justificativas desencontradas quando ela faltou por problemas odontológicos e que a rescisão ocorreu após recusar consulta com a dentista da família.
Segundo ele, a decisão foi tomada por recorrentes atrasos e ausências no início da semana, gerando perda de confiança. O casal teria atendido pedidos como adiantamento de férias e instalação de ar-condicionado, negando qualquer assédio moral.
Antes do processo, houve proposta de conciliação pelo sindicato no valor de R$ 8.500, que foi recusada pela ex-babá. O ator disse confiar na Justiça para provar sua versão.
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“Talvez eu não devesse gravar esse vídeo, mas não aguento injustiça e não sou o cara que fica se escondendo. Não tenho nada para esconder. Vou falar sobre esse processo que está rolando de uma ex-babá contra a Letícia e eu. Ela está alegando que trabalhava horas demais, que era acionada de madrugada, que a gente pagava o salário dela por fora da carteira”, declarou o ator.
“Essa moça chegou em casa bem recomendada e pediu R$ 5.500. A gente aceitou pagar. Ela mora longe do Rio de Janeiro e não poderia ir e voltar todos os dias. O que ficou acordado com ela é que ela trabalharia lá em casa de segunda a quinta-feira. A escala dela era quatro por três. Trabalhava quatro dias, ficava três noites em casa e tinha quatro noites na casa dela com a família. A gente assinou a carteira dela com os R$ 5.500 que ela pediu. Só que, quando chegou o primeiro contracheque dela, ela viu os descontos e falou: ‘Não! Não dá! É muito imposto’. Eu sei que é muito imposto”, comentou ele.
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