
A morte do grupo Mamonas Assassinas ocorreu durante o auge da fama. Os integrantes da banda paulista se preparavam para embarcar de Brasília rumo a São Paulo, na reta final daquela turnê, uma viagem que terminou tragicamente na serra da Cantareira. Coincidentemente, Júlio Rasec, um dos músicos da banda, previu a tragédia!
Na tarde do dia 02 de março de 1996, os Mamonas Assassinas havia feito seu último show da turnê no estádio Mané Garrincha, na capital do país, diante de cerca de 4 mil pessoas. Após a apresentação, o grupo seguiu para o embarque com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), na Grande São Paulo.
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No entanto, instantes antes do embarque, em um vídeo gravado na reta final da turnê, o tecladista Júlio Rasec se voltou para a câmera e relatou um sonho perturbador que viria a ser lembrado como pressentimento da tragédia.
“Esta noite eu sonhei com um negócio assim: parecia que o avião caía“, disse o músico. Júlio se dirigiu para o Learjet 25D que os transportava e, pouco depois, colidiu contra a serra da Cantareira, resultando na morte de todos os ocupantes: Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, além do piloto.
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O caso ganhou novo fôlego recentemente com a exumação dos corpos e a recuperação de pertences ligados aos músicos. Trinta anos depois da tragédia, a história dos Mamonas Assassinas continua a ser narrada em múltiplas camadas.
Relembre o vídeo:
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