
A vida de Renan Santos (Missão) não anda nada fácil e nesta última segunda-feira, 31 de agosto, a Justiça do Trabalho de Minas Gerais determinou o bloqueio dos planos de previdência privada do candidato à Presidência da República, em uma ação que envolve uma dívida trabalhista de R$ 61,8 mil.
De acordo com a GloboNews, a medida foi determinada pelo juiz Ordenisio Cesar dos Santos em um processo apresentado por um pintor que afirma ter trabalhado na Farbenplas Automotiva em 2013. A empresa está localizada em Betim, na Grande BH, e tem Renan entre os sócios, segundo a decisão.
Ainda segundo as informações, os direitos do trabalhador foram reconhecidos pela Justiça em 2016, mas o débito não teria sido quitado. O Metrópoles confirmou a existência da decisão.
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No processo, o trabalhador sustenta que Renan Santos teria adquirido a empresa por meio de um instrumento particular, sem que a alteração societária fosse registrada na Junta Comercial de Minas Gerais. A defesa do candidato, porém, contesta a responsabilidade pela dívida. Renan afirma que nunca fez parte do quadro societário da Farbenplas Automotiva e nega ser responsável pelas obrigações trabalhistas atribuídas à empresa. A assessoria do candidato informou que pretende recorrer da decisão judicial.
TSE suspende candidatura
Ainda no domingo (30), o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Dias Toffoli restringiu a campanha digital de Renan Santos, do Missão, à Presidência da República. A decisão foi tomada e foi divulgada na tarde de segunda (31).
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A suspensão está ligada a uma exigência da legislação eleitoral para a propaganda na internet: candidatos precisam informar à Justiça Eleitoral quais perfis de redes sociais serão usados oficialmente durante a campanha.
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