
O Excelentíssimo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT (Partido dos Trabalhadores), bateu o martelo nesta noite de terça, 12 de maio, e acabou com a chamada “taxa das blusinhas”, que atinge principalmente produtos vindos do país comunista República Popular da China.
Segundo ele, o objetivo da medida foi alcançado e o mercado pode voltar aos parâmetros anteriores. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma Medida Provisória (MP) para encerrar a cobrança de vinte por cento de Imposto de Importação sobre compras internacionais de até cinquenta dólares, apelidada de “taxa das blusinhas”, ideia de Haddad, ex-ministro da Fazenda, que ganhou o apelido de Taxad por conta da taxa.
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Informações da Agência Brasil dão conta que a Medida Provisória (MP) deve ser proclamada em edição extraordinária do Diário Oficial ainda nesta terça.
Lula tira taxas dos produtos chineses
Na ação oficial de assinatura, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, expôs que foi possível zerar o imposto depois de três anos de combate ao contrabando e maior regularização da área. Isso porque os produtos chineses vinham prejudicando o mercado interno brasileiro de lojas como Magazine Luiza, Casas Bahia e Havan.
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“O contrabando, que era uma marca presente nesse setor, foi eliminado. Agora, o setor regularizado vai poder usufruir dessa isenção sobre esses produtos”, declarou a autoridade. Para ele, a resolução irá beneficiar a população de baixa renda que usa plataformas para adquirir produtos.
Contudo, a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior, disse que não é apenas roupas, e sim muitos outros produtos, como o videogame R36S. “Não é só roupa. Há um conjunto de outros bens que são comprados, todos de valor pequeno”, explicou.
“Os números mostram que a maior parte das compras, de fato, é de baixo valor. Está associado ao consumo popular”, assumiu o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti.
Apesar do aumento da arrecadação federal, a medida gerou impacto financeiro negativo para os Correios. Houve queda na receita dos Correios com serviços de postagem internacional, registrando uma redução de R$ 1,2 bilhão no primeiro semestre de 2025 comparado a 2024. Isso porque enquanto Shopee e Amazon tem serviços no Brasil, outras empresas utilizam os Correios para fazer as entregas.
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