
Nessa última terça-feira (13/01), Milton Cunha, de 63 anos, falou com a coluna “Gente”, da revista “Veja”, e acabou no centro de uma polêmica. Durante a conversa, o carnavalesco comentou a escolha de Virgínia Fonseca, de 26, como rainha de bateria da Grande Rio e deixou clara sua posição.
Milton Cunha defende que espaços do samba sejam ocupados pela comunidade
Ao longo da entrevista, Milton questionou a presença da influenciadora no cargo. Segundo ele, o desconforto não é recente e reflete uma insatisfação antiga de parte da comunidade com a entrada de celebridades em posições centrais do desfile.
Para explicar seu ponto, o comentarista da Globo ressaltou que o posto de rainha de bateria não se resume a visibilidade ou glamour. Pelo contrário, envolve história, convivência e participação ativa na escola. Na visão dele, quem ocupa esse espaço precisa ter ligação direta com a comunidade que sustenta o Carnaval ao longo do ano.
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Sem citar nomes, o comentarista da “Plim-plim” disparou: “Essas pessoas que estão chegando de helicóptero, elas acham que é um posto de saracoteio, não é? E não é. Aquilo ali é um pertencimento gigantesco de antes.“, afirmou logo a princípio.
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Na sequência, o carnavalesco deixou claro de que lado está nesse debate. Para ele, a discussão não é pessoal, mas parte de uma disputa maior. Inclusive, o veterano sugeriu que quem busca apenas visibilidade pode participar do desfile de outras formas.
“(…) eu estou do lado da comunidade. Meu amor, você quer aparecer? Compra um lugar no (carro) abre-alas, no carro número 1, vem linda lá dando tchau, paga o melhor lugar.“, opinou.
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Por fim, Milton voltou a diferenciar quem desfila por compromisso com a escola e quem chega apenas pela exposição. “(…) Você não tem samba, suor e raça. É linda, maravilhosa, mas você não pode, não conhece ninguém, a não ser o presidente [da escola].“, detonou.
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