
A Receita Federal teme que toda a investigação sobre as joias de Michelle Bolsonaro dadas por Jair Messias vá por água abaixo com a lentidão da Justiça.
Informações da Folha de São Paulo. As investigações iniciaram em 2023, mas seguem em ritmo devagar quase parando na área criminal, administrativa e fiscal. A Receita vê risco concreto de prescrição e impunidade para Jair.
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Em 2021 a Receita Federal apreendeu joias com diamantes estimadas em R$ 16,5 milhões, que seriam presentes do governo da Arábia Saudita para a então primeira-dama, Michelle Bolsonaro. As joias vinham na mochila de um assessor, contudo foram detectadas no raio-x da alfândega. A atitude de escondê-las em mala de assessor já demonstraria a intenção criminosa do ato.
Bolsonaro pode ser inocentado pelas joias
Além disso, um conjunto formado por seis objetos da marca suíça Chopard — relógio, caneta, anel, par de abotoaduras e rosário — chegou ao Brasil em 2021 sem declaração. Estas foram entregues a Bolsonaro, que tentou vendê-las no exterior. A polícia as avalia em entorno de R$ 7 milhões. Contudo, desde o indiciamento pela PF em 2024, ninguém fez nada.
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A decisão dos próximos passos cabe ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, indicado por Lula. Mas a Receita não entende por que ele não apresenta a denúncia ao STF, solicita novas diligências ou mesmo peça o arquivamento. O relator do inquérito é ninguém menos que Alexandre de Moraes, que não vê a hora de começar a trabalhar no caso.
A PF aponta para a existência de uma associação criminosa para o desvio dos presentes de alto valor e incorporação ao patrimônio pessoal da família Bolsonaro, por meio de lavagem de dinheiro. Outro crime que Gonet não se movimenta é sobre tudo que foi apurado pela CPI da Pandemia.
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