
O empresário Roberto Justus contou ter ficado surpreso ao descobrir, por meio da Operação Carbono Oculto da Polícia Federal, que o Banco Master e o BRB eram sócios ocultos de sua companhia, a Steelcorp.
Justus destacou a estranheza da situação, afirmando que sempre questionou o sigilo. Sobre a Reag, gestora do fundo, ele ressaltou a seriedade da empresa na época, mesmo com a estrutura opaca.
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Justus precisou de intermediário no conselho da empresa
O empresário revelou que, para ter um ponto de contato palpável, precisou fazer um pedido direto:
“É um erro [não divulgarem os nomes]. Nunca entendi por que não podia saber quem eram os cotistas do fundo. E a Reag, por mais que as pessoas não acreditem, na época era muito compliance lá dentro. Os caras eram muito sérios com isso. Eu falava, ‘João [Mansur], eu não quero uma sociedade onde eu não sei com quem falar. Então, você faz um favor para mim? Vem você representar o fundo no meu conselho, pelo menos, para eu ter um sócio relevante’”, recordou.
O caso do Banco Master, controlado por Daniel Vorcaro, mostra a investigação da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. As suspeitas são de um esquema bilionário que inclui a tentativa de venda de carteiras de crédito falsas no valor de R$ 12,7 bilhões ao BRB, banco público do Distrito Federal. A crise, que afetou mais de 1,6 milhão de clientes, pode gerar um rombo de até R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
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