
A empresária Suzana Alves, conhecida por ter dado vida a Tiazinha, usou as redes sociais para relembrar sua participação como rainha de bateria no Carnaval de 1999, período em que virou ícone nacional no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, e criticar o evento.
Em seu Instagram, Suzana Alves compartilhou um vídeo onde contou que viveu o auge do Carnaval quando desfilou pela Tradição em 16 de fevereiro de 1999. “Naquela noite, o Brasil parou. A imprensa do mundo inteiro estava ali. Eu era rainha da bateria, o sonho de muitas mulheres…mas, por dentro, ainda era uma menina de 19 anos tentando entender o tamanho de tudo aquilo“, recordou.
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De acordo com Suzana, ‘a avenida parou’ com a sua passagem e o alvoroço foi tanto que a escola perdeu pontos e foi rebaixada. “Eu me tornei um ícone nacional“, recordou. Mesmo admitindo que o evento ‘é gostoso’ e descrever o momento como ‘intenso, magnético, sedutor’, Suzana declarou que o brilho escondia a pressão e conflitos internos.
“O que parecia só brilho, tinha bastidor. O que parecia só festa, tinha pressão. E o que parecia só sucesso, tinha consequências”, disse a empresária. Na ocasião, Suzana Alves afirmou que enfrentou consequências emocionais, como noites ‘vivendo de pesadelos’, e, citando a Bíblia disse que ‘há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte’. Para ela, ‘o que parece vida pode ser ilusão. Liberdade pode ser prisão’.
“Se um dia eu influenciei uma geração com a imagem que o mundo aplaudia, hoje eu escolho influenciar com a verdade que transforma“, declarou.
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Confira o vídeo:
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