
O empresário Thiago Nigro entrou na Justiça depois de ter seu nome associado indevidamente a um empreendimento. A ação é de agosto deste ano e tramita no Tribunal de Justiça de São Paulo. Figuram como rés a empresa Guardião Financeiro e Tatiane Campos Moreira Prestes Simão.
De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, no Metrópoles, o empresário revelou ter sido surpreendido ao descobrir que a empresa tem utilizado sua imagem e nome manipulados digitalmente em peças publicitárias, para fins de promoção de seus serviços.
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Ele contou à Justiça que o material foi difundido em redes sociais e canais de mensagens administrados por Tatiane. Os canais, somados, congregavam cerca de oito mil seguidores. Um terceiro, Anderson Ricardo Lima dos Santos, também teria atuado na divulgação do conteúdo ilícito.
Thiago nega ter autorizado o uso de sua imagem e nome pelos réus ou mantido tratativas negociais com as partes. Ele registrou ter notificado as rés extrajudicialmente. A empresa teria reconhecido que a divulgação ocorreu indevidamente e atribuiu a responsabilidade a um revendedor.
Tatiane teria utilizado os grupos para reafirmar que o uso da imagem do famoso foi autorizado e que ele estaria em tratativas comerciais com a empresa, sustentando a licitude da campanha.
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Nigro disse, ainda, que o terceiro envolvido na divulgação estaria foragido e investigado em uma operação deflagrada em fevereiro, sob suspeita de integrar organização criminosa voltada à prática de golpes financeiros que teriam movimentado cifras milionárias. Tal fato, segundo o empresário, ilustra o ambiente em que a falsa publicidade circulou e os riscos à sua reputação.
No processo, o empresário pede que os réus sejam condenados a pagar uma indenização por danos morais de, no mínimo R$ 100 mil. Ele pede, também, que as rés sejam obrigadas a remover qualquer publicidade que utilize seu nome e imagem sem autorização.
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