
Nesse último domingo (22/02), Wagner Moura, de 49 anos, participou do Bafta, promovido pela Academia Britânica de Cinema. Durante o tapete vermelho, ele conversou com a revista norte-americana “Deadline” e comentou o momento atual do cinema brasileiro e do cenário político no país.
No exterior, Wagner Moura defende financiamento público à cultura no Brasil
Indicado ao Oscar por sua atuação em “O Agente Secreto”, o ator afirmou que o Brasil voltou a se posicionar como um país democrático: “Portanto é um país que acredita que a cultura é uma coisa importante.“, disse ele logo a princípio.
Na sequência, Wagner mencionou declarações do diretor Kleber Mendonça Filho e defendeu a manutenção das políticas públicas de incentivo ao setor. Ao abordar o tema, fez referência indireta a Jair Bolsonaro: “Temos um sistema que financia a cultura. Que funciona muito bem e nunca deve ser destruído, do jeito que era quando estávamos com Bolsonaro.“, disparou por fim.
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Assista ao momento aqui:
Após perder prêmio Wagner Moura ataca Jair Bolsonaro mais uma vez
Chora Ptista! pic.twitter.com/CNWdC8SkDA— ALBERTO NETO (@ALBERTOIANNUZZ6) February 23, 2026
Filme brasileiro perde prêmio e ator sai sem nenhuma estatueta
No prêmio britânico, “O Agente Secreto” concorreu na categoria de “Melhor Filme em Língua Não Inglesa”. No entanto, a estatueta ficou com “Valor Sentimental”, obra norueguesa.
Wagner não disputou o troféu de “Melhor Ator”. O nome dele não apareceu na pré-lista divulgada no dia 9 de janeiro, etapa que antecede a definição oficial dos indicados.
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Wagner Moura revela medo do ICE e dispara: “Desgraçados”
Recentemente, o ator comentou sobre autoritarismo, injustiça e o cenário sociopolítico nos Estados Unidos da América (EUA). Enquanto promove o filme indicado a quatro categorias no Oscar, ele abordou a atuação do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) e detonou… LEIA MAIS!






