Zezé abre o jogo sobre entrar na política: “O Brasil tem que mudar”

Sertanejo afirma que política exige preparo técnico além da popularidade

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Zezé Di Camargo
Zezé Di Camargo. (Foto: Reprodução/Instagram)

Durante apresentação na Festa do Peão de Paulínia, o cantor Zezé Di Camargo falou abertamente sobre política. Desse modo, ele também comentou se pretende disputar eleições em um futuro próximo e afirmou que o atual sistema político do Brasil precisa passar por mudanças.

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Zezé Di Camargo fala sobre política e defende modificação nos critérios de escolha de candidatos

Em entrevista à coluna de Fábia Oliveira, do portal “Metrópoles”, Zezé afirmou que não se vê ocupando um cargo público: “De jeito nenhum. Eu gosto de entender de política. Acho que entendo. As opiniões às vezes divergem, mas eu mesmo ser político não, acho que não tenho competência pra isso.“, declarou logo a princípio.

Na sequência, o cantor avaliou o modelo atual e defendeu mudanças nos critérios para escolha de representantes. “Acho até que tinha que mudar a maneira de ser político no Brasil. Para eleger alguém, principalmente no Executivo, essa pessoa tem que ter uma noção de administração, uma formação superior. Não é só ter popularidade e virar político, você precisa entender na execução. Então eu tenho muito essa consciência.“, afirmou.

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Cantor aponta distorções no modelo presidencialista brasileiro

Além disso, o sertanejo apontou falhas na forma como os candidatos são selecionados e eleitos. Ele destacou as diferenças regionais do Brasil e sugeriu que o sistema precisaria considerar melhor essas particularidades ao definir o peso político de cada local.

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Ao aprofundar a análise, Zezé criticou o funcionamento prático do modelo adotado no país. Na visão dele, embora o Brasil seja oficialmente presidencialista, decisões relevantes acabam concentradas no parlamento, o que, segundo afirmou, cria distorções e abre espaço para negociações políticas nos bastidores.

Em seguida, o músico usou os EUA como exemplo: “Acho que tem que mudar muita coisa na estrutura, de repente fazer como nos Estados Unidos, escolhendo por delegados. Você não pode pensar que um senador que precisou de 250 mil votos para ser eleito tenha mais poder do que um que precisou de 6 milhões de votos.“, sacramentou por fim.

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Recentemente, o pai de Wanessa Camargo enviou uma mensagem de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro: “Independente das circunstâncias, você é amado”. O senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou o momento em vídeo durante agenda na Expogrande 2026, em Campo Grande (MS)… LEIA MAIS E ASSISTA!

Lívia Cout
Lívia Cout
Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
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