
Depois da polêmica com o SBT, Zezé Di Camargo vem sendo alvo de polêmicas. O cantor sertanejo foi beneficiado em R$ 2,47 milhões com a prorrogação do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) pela gestão petista.
Segundo o jornal Metrópoles, duas empresas do cantor sertanejo, a Classical Holding Intermediação de Negócios Ltda e a MAC Produções Ltda, foram isentas de pagar impostos, respectivamente, em R$ 1,9 milhão e R$ 571,4 mil, de acordo com levantamento feito pela coluna. O montante corresponde ao período entre abril de 2024 e março de 2025.
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As informações constam no último relatório de acompanhamento do programa, divulgado em junho, pela Receita Federal. O Perse foi extinto em abril deste ano, após atingir ao teto de R$ 15 bilhões em isenções fiscais. O programa foi uma iniciativa do governo Bolsonaro criado para apoiar o setor de eventos, gravemente afetado pela pandemia de Covid-19.
A Lei do Perse, publicada em maio de 2021, chegou a ser encerrada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, via Medida Provisória em 2023, mas o Congresso reagiu e renovou o benefício, a contragosto de Haddad, que à época buscava equilíbrio das contas públicas. Após acordo com parlamentares e com o setor de eventos, o governo Lula estabeleceu que o Perse teria vigência até durar os R$ 15 bilhões reservados para o programa.
Ao longo de 2025, o cantor Zezé Di Camargo recebeu quase R$ 20 milhões em verbas públicas, segundo levantamento feito pelo Metrópoles a partir de contratos firmados com prefeituras de diferentes regiões do país. Ao todo, o montante acordado com o sertanejo constam em documentos oficiais e registros de contratações para apresentações artísticas financiadas com recursos públicos.
Polêmica com o SBT
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