O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) há 50 dias. O ex-chefe do Executivo está cumprindo pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de estado.
Desde então, a defesa do ex-mandatário tem enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma série de pedidos por regalias que não são comuns a outros presos, mesmo com condições especiais.
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Abaixo, relembre algumas delas:
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Comida caseira
Bolsonaro passou a receber diariamente refeições caseiras, dispensando as marmitas do governo. O argumento da defesa foi a necessidade de dieta restrita e o risco de envenenamento. O ministro autorizou, com a condição de que cada refeição seja vistoriada antes de ser entregue.
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Smart TV
Na sexta-feira (09/01), os advogados de Bolsonaro pediram autorização para que ele tenha uma Smart TV na cela. A “televisão inteligente” tem acesso à Internet, Netflix, entre outros. Atualmente, o ex-presidente já dispõe de uma “TV comum”.
Porém, de acordo com os representantes legais do político, a intenção é garantir acesso à programação jornalística e manter o ex-chefe de estado informado sobre política e sociedade. No parecer da Procuradoria Geral da República (PGR), emitido ontem, Paulo Gonet posicionou contra a concessão do aparelho.
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Visitas ilimitadas da família Bolsonaro
Em seguida, o marido de Michelle também conseguiu visitas permanentes dos filhos que vivem no Brasil: Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura. Além disso, a enteada Letícia Firmo também está autorizada a visitá-lo.
A autorização foi concedida no dia 2 de janeiro, logo após o ex-presidente perder o direito à prisão domiciliar ao danificar a tornozeleira eletrônica.
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Fim do barulho do ar-condicionado
Por fim, outra solicitação da defesa envolveu o barulho do ar-condicionado da cela, chamado Sala de Estado Maior. Em suma, os advogados de Bolsonaro alegaram que o ruído do eletrodoméstico atrapalha o sono do ex-mandatário.
A PF, por sua vez, confirmou a existência do barulho, mas informou que a redução exigiria obras que comprometeriam o funcionamento da Superintendência. Ou seja, isso torna a eliminação do problema inviável.
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