
Aliados próximos de Jair Bolsonaro estão apreensivos não apenas com seu estado de saúde, mas também com o impacto político que suas condições médicas podem causar.
A avaliação deles é que o ex-presidente está “desconectado da política” devido às sucessivas situações que demandam atenção médica, justamente em um ano eleitoral onde ele seria o grande condutor da estratégia para lançar um candidato de direita, no caso, o seu filho Flávio Bolsonaro.
+ Humilhação! Corina Machado oferece Nobel da Paz a Trump após ser descartada por ex-presidente
Falta de articulação de Bolsonaro devido a sua saúde é uma grande questão
A articulação política, estratégia crucial para fortalecer o nome e o espectro já nessa fase de pré-campanha, não será possível devido a incapacidade de Bolsonaro de se dedicar nessa altura.
Nos bastidores, a estratégia jurídica também é questionada, especialmente o discurso agressivo de familiares como Carlos Bolsonaro, que falou em “tortura”. Esse tom, segundo analistas, “chega a incomodar até mesmo quem apoia Bolsonaro” e pode estar prejudicando a busca pela prisão domiciliar.
“Ninguém tem dúvida de que Jair Bolsonaro tem limitações de saúde, […] mas, estamos vendo uma queda de braço para viabilizar essa prisão domiciliar que não está surtindo o efeito esperado pela defesa de Bolsonaro”, completou a analista.
A preocupação central é que a situação esteja gerando prejuízos políticos para o bolsonarismo como um todo.
O ex-presidente está preso em uma sala da Superintendência da PF, em Brasília, desde 22 de novembro. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de detenção por tentativa de golpe. Desde então, sua saúde vem se deteriorando cada dia mais e exige cada vez mais intervenções médicas.
Com informações CNN*
PF investiga filho de Lula em caso de desvio bilionário do INSS
A Polícia Federal investiga menções ao nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, nas apurações sobre o desvio bilionário de verbas do INSS… LEIA MAIS!






