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Após alterações neurológicas, Bolsonaro pede tratamento com choques na cabeça dentro da Papudinha

Advogados solicitam sessões de neuromodulação três vezes por semana.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)
Jair Bolsonaro (Foto: Reprodução)

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou nesta sexta-feira (20) um pedido no Supremo Tribunal Federal para que o político tenha acesso a um tratamento especializado dentro da unidade prisional da Papudinha, em Brasília, onde cumpre pena.

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Os advogados solicitam autorização ao ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal, para que um psicólogo realize sessões de neuromodulação não invasiva três vezes por semana no local.

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Defesa de Bolsonaro quer sessões com clipes auriculares para melhorar sono e ansiedade

Na petição, a equipe pede que o psicólogo e neurocientista Ricardo Caiado possa ingressar na carceragem fora do regime regular de visitas, portando os equipamentos necessários para a aplicação do método por Estímulo Elétrico Craniano (CES). O procedimento, descrito como não invasivo, é realizado por meio de clipes auriculares e visa complementar a medicação que Bolsonaro já utiliza.

Segundo os advogados, o tratamento teve início durante uma internação do ex-presidente em abril de 2025 e trouxe benefícios significativos ao paciente. De acordo com o documento, a terapia teria proporcionado melhora na qualidade do sono, nos sintomas de ansiedade e depressão e nas crises de soluços, quadro que, segundo a defesa, demanda medicação que atua no sistema nervoso central.

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A defesa argumenta que a neuromodulação seria uma complementação necessária ao tratamento farmacológico atual e solicita que as sessões ocorram, preferencialmente, no fim do dia, em horário próximo ao repouso noturno, sempre respeitadas as regras de segurança da unidade prisional.

O pedido ocorre em meio a um quadro de saúde delicado do ex-presidente. Em laudo divulgado no início de fevereiro, a Polícia Federal apontou alterações neurológicas em exames realizados em Bolsonaro. “O histórico de queda recente e desequilíbrio ao deambular direcionou a perícia para um exame neurológico cuidadoso. Dessa forma, foram encontradas alterações neurológicas no exame físico e aventadas hipóteses relacionadas com as demais informações coletadas do caso”, informou a PF.

O ex-presidente sofreu um traumatismo craniano leve no início deste ano, após cair durante a madrugada e bater a cabeça em um móvel na cela onde estava preso, na época na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

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Amanda Souza
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