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Apresentador acusado de dar ”golpe do pix” tem habeas corpus negado no STJ

Ministra mantém medidas cautelares contra jornalista acusado de desviar Pix de telespectadores.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Apresentador Marcelo Castro (Foto: Record)
Apresentador Marcelo Castro (Foto: Record)

O Superior Tribunal de Justiça negou recurso apresentado pela defesa do jornalista e apresentador Marcelo Castro, acusado de participar de um esquema criminoso que desviava doações feitas via Pix durante o programa Balanço Geral Bahia, da TV Record/Itapoan.

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A ministra Marluce Caldas, do Superior Tribunal de Justiça, negou provimento ao recurso em habeas corpus apresentado pelo jornalista que está sendo investigado por desviar doações destinadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

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Entenda o caso

O caso tramita na Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Dinheiro de Salvador. Réu em ação penal que tramita na Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Dinheiro de Salvador (BA), Castro é acusado de formar uma associação criminosa que desviava os valores arrecadados por meio de transferências via Pix. As doações eram exibidas durante o programa televisivo Balanço Geral Bahia, da TV Record/Itapoan.

Segundo a denúncia, o grupo se aproveitava da comoção gerada por histórias de pessoas vulneráveis para arrecadar fundos. De acordo com a acusação, o grupo apresentava histórias de pessoas em situação de vulnerabilidade e divulgava chaves Pix na tela para receber doações dos telespectadores. No entanto, as chaves não pertenceriam às vítimas, mas a integrantes do suposto esquema.

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O Tribunal de Justiça da Bahia já havia imposto medidas cautelares contra o jornalista. Ao receber a denúncia, o Tribunal de Justiça da Bahia impôs medidas cautelares alternativas à prisão, como a proibição de sair do país sem autorização judicial, a vedação de se ausentar da comarca por mais de sete dias sem permissão e a proibição de contato com as vítimas.

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Amanda Souza
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