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Argentina tem passaporte apreendido após ofensas racistas em Ipanema

Caso revolta clientes e mobiliza a polícia no Rio de Janeiro

Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
Reprodução: Redes Sociais
Reprodução: Redes Sociais

Um episódio grave registrado em um bar de Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, terminou com desdobramentos sérios na Justiça. A advogada argentina Agostina Paez, de 29 anos, teve o passaporte apreendido e foi obrigada a usar tornozeleira eletrônica após ser acusada de cometer ofensas racistas contra um funcionário do estabelecimento.

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O caso aconteceu na última quarta-feira (14) e está sendo investigado pela 11ª DP da Rocinha, a pedido da Justiça.

Discussão por conta teria motivado ataque

Segundo informações divulgadas pelo G1, a confusão começou após um suposto erro no pagamento da conta. Durante a checagem das câmeras do local por parte do funcionário, Agostina teria passado a proferir ofensas racistas, além de realizar gestos discriminatórios, conforme relato da vítima à polícia.

O clima ficou tenso, chamando a atenção de outros clientes que presenciaram a cena e ficaram chocados com a postura da estrangeira.

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Medidas cautelares impostas pela Justiça

Após o ocorrido, Agostina Paez foi encaminhada à delegacia, onde prestou depoimento. Como medida cautelar, a Justiça determinou a apreensão imediata do passaporte, impedindo que ela deixe o país, além da instalação de tornozeleira eletrônica para monitoramento.

Em seguida, a advogada foi encaminhada ao sistema prisional apenas para a colocação do equipamento, sendo liberada posteriormente.

Caso gera revolta e repercussão

O episódio gerou indignação nas redes sociais e reacendeu debates sobre racismo e intolerância, especialmente envolvendo estrangeiros em território brasileiro. A investigação segue em andamento, e Agostina poderá responder criminalmente caso as acusações sejam confirmadas.

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O caso reforça que crimes de racismo são inafiançáveis e não tolerados no Brasil, independentemente da nacionalidade do acusado.

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Joaquim Mamede
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Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
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