
Segundo o G1, o governo Lula decidiu deixar de administrar a Embaixada da Argentina em Caracas, encerrando um papel que exercia desde agosto de 2024. O Brasil havia assumido a representação diplomática a pedido de Javier Milei.
O La Nación afirma que a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, deve assumir a proteção dos interesses argentinos na Venezuela a pedido de Buenos Aires. Fontes do Itamaraty confirmam que a decisão, de fato, partiu do Brasil.
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A decisão de separação teria ocorrido após a operação militar dos EUA (governo Trump) que resultou na captura de Nicolás Maduro, onde Lula condenou a ação militar americana, defendendo a “soberania nacional” e a “autodeterminação dos povos”. Já Javier Milei, presidente da Argentina, celebrou a operação militar dos EUA e publicou um vídeo elogiando a ação de Trump e usando imagens de Lula e Maduro abraçados, o que foi visto pelo Itamaraty como uma ofensa direta e desrespeitosa, segundo o jornal.
A decisão ocorreu na mesma sexta-feira em que o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia finalmente avançou, sendo aprovado pelo Conselho Europeu em Bruxelas.
A diplomacia brasileira avalia que sua missão foi cumprida com sucesso nos últimos meses, já que o Brasil protegeu seis opositores de Maduro (aliados de María Corina Machado) que estavam abrigados na embaixada. Eles conseguiram asilo e partiram para os EUA em maio de 2025, graças à mediação brasileira.
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O Brasil também intercedeu por Nahuel Gallo, militar argentino preso na Venezuela. Embora ele ainda esteja preso, há expectativa de libertação em breve.
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Colaborou: Flavia Manta






