
Parece que você não pode mais usar as palavras “Zé” e “Maria” em músicas, ou será acusado por evangélicos de citar entidades umbandistas.
O Coletivo Candiero, banda cristã composta por 14 pessoas está sendo detonado por citar estes dois nomes, dos mais comuns do Brasil, em música. Eles responderam às críticas recebidas na música “Auê (A Fé Ganhou)”.
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Isso porque crentes postaram vídeos alarmistas nas redes sociais dizendo que o grupo estava fazendo apologia ao Zé Pelintra e Maria Padilha, entidades da umbanda. O fato de serem nordestinos contribui para aumentar ainda mais o preconceito e especulações contra eles. Um dos artistas da banda, Filipe da Guia, rejeita as acusações.
Banda cristã é cancelada
“A gente aprendeu em Deus a respeitar todas as pessoas, de todas as fés. Nós nunca tivemos nenhuma conexão com outra fé”, declarou ele. Ele disse que a letra foi inspirada em parentes. “Meu pai se chama José, minha mãe se chama Maria. A gente compôs essa canção pensando neles”, explicou.
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O deputado e pastor Marco Feliciano (PL-SP), que já afirmou que as pessoas da África são amaldiçoadas, comentou sobre o assunto e avaliou que a letra é sim ambígua. “Desde que não seja encarada como um louvor gospel, é apenas uma música”, declarou. O coletivo disse que não pretende pedir desculpas pela letra. Nos comentários da música, há vários comentários reforçando a interpretação lunática.
“Antigamente tinha que girar o disco ao contrario pra ouvir o lado oculto dos hinos, hoje tem que girar o disco ao contrario para ouvir os hinos…”, disse um.
Outra foi além no chapéu de alumínio e falou até dos brincos da cantora. “Misericórdia, quem é nordestina como eu, percebe nitidamente, uma forma de imitar a umbanda. A mulher de vermelho com brincos enormes simbolizando a pomba gira, o homem com colar que imita uma guia, o guitarrista com um monte de fitas iguais a do senhor do bom fim, Zé, que remete a Zé Pulintra, e esse Auê, pra se referir ao axé. Misericórdia, pra que isso? Nunca vi na Bíblia falar de “casa Auê”, mas sim de Casa do Pão. Enquanto músicos se basearem em cultura, tribo ou etnia para criar louvores, em vez de se fundamentarem na Palavra e fazerem canções verdadeiramente cristocêntricas, isso será apenas música, não adoração. A nossa cultura é a do Reino”.
Melhor continuar orando por pneu mesmo…
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