
Os EUA, representados pelo cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, Kevin Murakami, mandaram recado para o Brasil não permitir que a China vença leilão do megaterminal Tecon 10 do Porto de Santos.
Ele indicou que não seria do interesse de Washington que uma empresa chinesa ganhe o leilão do megaterminal Tecon 10. Informações da Folha de S.Paulo.
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O diplomata fez o comentário durante um encontro com empresários do setor portuário na Baixada Santista no começo de março. O país retomou a política da “América para os americanos”, querendo dominar todo o continente.
EUA faz suposta intimidação sobre Porto de Santos
Segundo participantes do evento, Murakami disse que o terminal não deveria cair em “mãos indesejadas”, frase vista como uma referência à grupos chineses que participam da disputa. O Tecon 10 é um dos maiores projetos de expansão do porto de Santos, o maior da América Latina, e ainda não possui data definida para o edital ser exposto.
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Neste contexto, diplomatas americanos também criticaram o governo peruano à influência de empresas da China no porto de Chancay, no Peru, um megaprojeto pago com capital chinês. Depois de decisão judicial que limitou a fiscalização no terminal, o embaixador dos EUA em Lima, Bernie Navarro, disse que a situação é “preocupante” e disse que os Estados Unidos jamais permitiriam que um terceiro país administrasse ativos críticos de seu território.
Buscado pela Folha, o consulado americano negou que tenha tido qualquer pressão direta ou intimidação sobre o leilão do Brasil. Em nota, contudo, os EUA disseram que tem preocupações em relação à participação de empresas chinesas.
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