
Vinte pessoas foram atendidas em hospital do Rio de Janeiro após risco de contaminação por agulhas em Feira de Ciências escolar no sábado (12). O caso aconteceu no Colégio Tamandaré, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, gerando grande repercussão e investigações policiais.
O pai de uma das alunas contou como percebeu que a filha havia sido perfurada, descreve o desespero após o comunicado da escola e fala sobre os 28 dias de tratamento preventivo que a menina terá de enfrentar.
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“Eu achei estranho uma menina, uma adolescente ou pré-adolescente, estar fazendo o trabalho sozinha, furando o dedo de todo mundo. Meu filho menor já estava na fila também para ser furado. Aí falei: ‘Não, não. Vamos sair daqui, deixa isso’. Minha filha mais velha já tinha sido furada, e ela também não tinha percebido o problema naquele momento”, contou em entrevista ao jornal Extra.
Após o alerta, a família precisou encaminhar a filha ao hospital para iniciar os protocolos de profilaxia pós-exposição (coquetel preventivo contra infecções como HIV e hepatites). Os exames iniciais deram negativo, mas novos testes precisam ser feitos em 30 e 60 dias.
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“Foi um desespero. Tivemos que conversar com nossa filha, que ficou bastante abalada. Por volta das 15h30, chegamos ao Lourenço Jorge e ficamos lá até 22h30, até conseguir todo o atendimento, fazer o teste rápido e conseguir a medicação”, completou.
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