
Paulo Gonet, procurador-geral da República, pediu ao STF o arquivamento da investigação sobre o caso das joias dadas a Jair Bolsonaro pela Arábia Saudita quando o político ainda era presidente do Brasil.
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De acordo com o pedido, as leis vigentes acabam dando margem a diferentes tipos de interpretações. “A natureza jurídica dos presentes ofertados a presidentes da República permanece controvertida, sem disciplina legislativa específica, sujeita a interpretações administrativas divergentes, inclusive no âmbito da sistemática do controle externo”, disse Gonet em parecer divulgado pelo UOL.
Paulo Gonet destaca falta de regras
Além disso, procurador-geral explicou ainda que a falta de regras claras não possibilita que punições penais sejam aplicadas. “Enquanto subsistir a lacuna legislativa sobre a natureza jurídica dos presentes ofertados a presidentes da República, a incidência do direito penal revela-se incompatível com os princípios que delimitam o exercício legítimo do poder punitivo no Estado democrático de Direito”, explicou.
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A investigação apura a prática de crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e peculato. As joias foram dadas ao então presidente da República pelos governos da Arábia Saudita e Bahrein.
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