
O presidente da CPMI – Comissão Parlamentar Mista de Inquérito – do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), ameaçou de prender Leila Pereira, presidenta do Palmeiras.
Isso porque a beldade não compareceu à sessão onde deveria depor para a comissão. Por conta disso, o senador remarcou o depoimento para quinta-feira (12), contudo realizou uma ameaça: se ela faltar novamente, poderá levar à sua condução coercitiva.
Trata-se do ato de levar uma pessoa à força, através de prisão com auxílio da polícia ou de oficial de justiça, para depor diante da comissão.
A presença da presidenta do Palmeiras e da Crefisa na investigação estava agendada para ocorrer esta semana. Contudo, ela disse que não poderia, por compromissos agendados com antecedência.
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A defesa de Leila mandou também ofício à CPMI para explicar que a convocação não teria mais validade, pois o STF anulou requerimentos aprovados em bloco. A defesa entende que, devido a este fato novo, a convocação da peticionária não reúne, no momento, as condições de validade indispensáveis para impor o dever de comparecer.
A Crefisa, presidida por Leila, é alvo da CPMI por conta de empréstimos consignados. A empresa é analisada devido ao fato que, em 2024, ganhou 25 dos 26 lotes em um pregão para ser a empresa que faria os pagamentos dos beneficiários do INSS.
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As suspeitas levaram ao interrompimento do contrato, por conta de muitas reclamações. Aposentados e pensionistas buscaram procon, Ministério Público Federal (MPF), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre outras instituições para denunciar a Crefisa. A empresa negou qualquer coisa incorreta e justificou o investimento de R$ 1 bilhão na compra.
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