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Caso Master vira dor de cabeça no Supremo e Toffoli estuda mudança

Ministro aguarda manifestações da PF e da PGR para definir destino do caso

Lívia Cout
Lívia Cout
Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Ministro Dias Toffoli
Ministro Dias Toffoli – Agência Brasil/Marcelo Camargo

Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal (SF), avalia a possibilidade de enviar o Caso Master de volta à primeira instância da Justiça. A investigação apura possíveis irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília, o BRB.

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Antes de tomar qualquer decisão, Toffoli pretende analisar todas as etapas do processo e ouvir a Procuradoria-Geral da República (PGR). Enquanto isso, a Polícia Federal (PF) segue ouvindo oito investigados na Operação Compliance Zero.

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Toffoli analisa envio do Caso Master à primeira instância após nova fase da investigação

Esses depoimentos, marcados para os dias 26 e 27 de janeiro, fazem parte da fase de instrução, quando o relator avalia se o caso permanece no STF ou retorna à primeira instância. Hoje, o processo está no Supremo porque existe a suspeita de envolvimento de um parlamentar, o que garante foro especial.

O nome do deputado João Carlos Bacelar apareceu após uma reclamação apresentada ao STF pela defesa de Daniel Vorcaro. Apesar disso, até agora, não surgiram provas que indiquem participação direta do deputado.

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Menção a parlamentar leva ministro a reavaliar competência do STF no Caso Master

Ao assumir o caso, Toffoli suspendeu o andamento das apurações em outras instâncias, mantendo válidas as investigações já realizadas. De acordo com o ministro, quando há suspeita envolvendo autoridade com foro, todas as decisões passam pelo STF. Em suma, a medida busca evitar questionamentos futuros sobre nulidade das provas.

As investigações apontam indícios de crimes como gestão fraudulenta, manipulação de mercado, uso de informação privilegiada e lavagem de dinheiro. Antes de decidir, Toffoli avaliará os depoimentos e ouvirá a PGR.

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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
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