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CFM vai investigar se Bolsonaro teve assistência médica negligenciada

Sindicância vai apurar se protocolos foram seguidos, após a queda na PF.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Investigação da CFM vai analisar se houve falha no atendimento a Jair Bolsonaro (Foto:  CFM/Instagram)
Investigação da CFM vai analisar se houve falha no atendimento a Jair Bolsonaro (Foto: CFM/Instagram)

O Conselho Federal de Medicina (CFM) determinou ao conselho regional do Distrito Federal a abertura de uma sindicância para investigar denúncias relacionadas à assistência médica prestada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Em nota publicada no Instagram, o CFM afirmou que “declarações públicas de relatos sobre intercorrências clínicas” envolvendo o ex-presidente “causam extrema preocupação à sociedade brasileira”.

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Mesmo com queda, Bolsonaro só vai ao hospital após laudo da PF

A decisão ocorre após Bolsonaro sofrer uma queda na cela da PF na madrugada de terça-feira (6), batendo a cabeça. Após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, ele foi transferido para o Hospital DF Star na manhã desta quarta (7) para realizar exames.

O CFM destacou que “a autonomia do médico assistente deve ser soberana na determinação de conduta terapêutica, não podendo sofrer influências de qualquer natureza”. O presidente do CFM, José Hiran Gallo, já manifestou apoio público a Bolsonaro em outras ocasiões.

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Na terça, Moraes havia negado a transferência imediata, solicitando antes um laudo da PF, que confirmou a queda, lesão superficial no rosto e presença de sangue.

Ele fundamentou sua decisão no laudo pericial, declarando: “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”.

Imediatamente após, o magistrado emitiu duas determinações. A primeira foi a juntada ao processo do laudo médico oficial da Polícia Federal, resultante do atendimento ao ex-presidente.

A segunda ordenou que a defesa especificasse quais exames considerava essenciais, para que se avaliasse a possibilidade de sua realização dentro do próprio sistema penitenciário, evitando assim o deslocamento até uma unidade médica.

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Amanda Souza
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