
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro classificou como uma violação de direitos a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que negou a transferência do ex-mandatário para um hospital após uma queda que causou um traumatismo craniano leve.
O advogado Paulo Cunha Bueno afirmou que a equipe jurídica “está tomando as medidas legais cabíveis, e não esmorecerá diante de um estado de coisas que fere de morte o princípio da dignidade da pessoa humana”.
Defesa de Jair Bolsonaro compara situação com a de Fernando Collor
A defesa argumentou que o quadro exige investigação laboratorial e não apenas clínica, e comparou a situação de Bolsonaro com a do ex-presidente Fernando Collor, que cumpre prisão domiciliar.
“Indeferir a internação do presidente Bolsonaro — septuagenário e com sabidos problemas médicos, bem mais graves do que aqueles que garantiram ao presidente Collor de Mello a prisão domiciliar (…) — é medida que viola direitos fundamentais do cidadão”, disse a defesa em nota.
Eles lembraram que os exames seriam no mesmo hospital onde o ex-presidente já foi operado, sem histórico de tentativa de fuga.
A Polícia Federal informou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que o ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu um corte superficial na bochecha após cair da cama. O laudo descreveu: “Ao exame: consciente, orientado, sem sinais de déficit neurológico. (…) Lesão superficial cortante em face (região malar) direita e em hálux esquerdo com presença de sangue”.
A equipe médica da PF não viu urgência para hospitalização. Ao negar o pedido de transferência, Moraes justificou: “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”.
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