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‘Depois da Venezuela, Trump vai tentar influenciar eleições no Brasil’, diz especialista americano

Professor avalia que prisão de Maduro é só o começo das investidas dos EUA na América Latina

Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
Donald Trump e Lula
Donald Trump e Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

A recente operação militar dos Estados Unidos que resultou na prisão de Nicolás Maduro, no último sábado (3/1), pode ser apenas o primeiro passo de uma estratégia mais ampla do presidente Donald Trump para ampliar sua influência na América Latina. A avaliação é do historiador Erick Langer, professor da Universidade de Georgetown, em entrevista à BBC News Brasil.

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Interferência com objetivos claros

Segundo o especialista, Trump deve continuar “se metendo” nos países latino-americanos, mas de forma diferente em cada nação, respeitando o peso político e econômico de cada uma. No caso da Venezuela, o plano seria transformar o país em uma colônia econômica, com foco direto na exploração do petróleo por empresas norte-americanas.

De acordo com Langer, pouco importa para Trump quem esteja no poder. “A ditadura chavista pode continuar, mudando apenas de nome, desde que atenda aos interesses econômicos dos Estados Unidos”, afirmou o professor.

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Acordos nos bastidores do chavismo

O historiador também avalia que a captura de Maduro só foi possível graças ao apoio de integrantes da própria cúpula chavista. Para ele, Delcy Rodríguez e Diosdado Cabello teriam feito um acordo para afastar Maduro e assumir o controle do país, com aval indireto de Washington.

Rejeição à oposição tradicional

Ainda segundo Langer, os Estados Unidos teriam preferido apoiar Delcy Rodríguez em vez da líder da oposição, María Corina Machado, considerada menos “manipulável” pelo governo Trump, apesar de também defender a abertura do mercado venezuelano.

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Brasil entra no radar

O professor acredita que Trump também pretende pressionar países como o México e tentar influenciar eleições no Brasil. No entanto, ele avalia que o movimento pode ter efeito contrário. “O nacionalismo tende a falar mais alto. O Brasil é o grande contrapeso contra essas investidas”, concluiu.

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Joaquim Mamede
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Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
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