Tião diz a Antônio que viu João Mendonça e Joaquim Botelho entrando no casebre que fica na parte baixa do Arraial. Antônio desconfia que o Coronel Botelho pretende provocar uma revolução republicana na região e está disposto a lutar contra o movimento. Aninha provoca a fúria de Antônio ao contar a ele que Beija espera um filho de João Mendonça. Costa Pinto continua castigando Augusta e agora controla rigorosamente seus gastos. Os republicanos se reúnem no casebre e comemoram a chegada da prensa que vai imprimir o jornal. O grupo é observado por Tião e Valdo, mas os dois não conseguem identificar a máquina que eles escondem no local. João tenta convencer Beija a apoiá-lo em suas ideias mas ela se recusa a se envolver em política. Depois conversa com João sobre o filho que espera e diz que a criança só terá seu nome assim como Teresa Tomásia. João e seus amigos passam dias trabalhando na primeira edição do jornal que pretende lutar pela independência do Brasil. O primeiro exemplar é distribuído por todo o Arraial e provoca a revolta dos poderosos do povoado. Felizardo e Costa Pinto exigem que o delegado tome providências e proíba a circulação do tabloide. Antônio desconfia que o grupo liderado por João e financiado pelo Coronel Botelho, é o responsável pelo pasquim. Ele vai até o local, tem a confirmação de suas suspeitas e, imediatamente, procura o delegado para fazer a denúncia. Costa Pinto e Felizardo estão presentes e também cobram uma atitude firme da autoridade policial. Porém, o soldado decide ajudar o grupo e avisa João Mendonça sobre a emboscada. João e os companheiros retiram do casebre tudo que possa incriminá-los. À noite Antônio acompanha Belegard, Felizardo e Costa Pinto para dar o flagrante mas não encontram nada. Indignado, Antônio acusa Belegard e Costa Pinto de traição. Beija diz a João que assim que a criança nascer vai reabrir a chácara do Jatobá. Nasce o filho de Candinha. Beija e Antônio se encontram no Arraial.



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