
Nessa última segunda-feira (28/09), o Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil (CIMEB) publicou uma nota. A entidade evangélica acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aliados de promoverem uma “guerra religiosa” entre católicos e evangélicos.
Pastor evangélico compra briga e acusa Lula de “guerra religiosa”
Publicada pelo pastor Silas Malafaia, a manifestação critica o uso de uma informação falsa que associa Flávio Bolsonaro (PL) à retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
“O Conselho Interdenominacional dos Ministros Evangélicos do Brasil, entidade que reúne mais de 10 mil pastores de diversas denominações, repudia com veemência a utilização de uma fake news [criada] por Lula e seus seguidores. [Esta] para atingir um adversário político e, o mais grave, promover uma guerra religiosa entre católicos e evangélicos.“, diz um trecho do texto.
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Na sequência, o CIMEB afirma: “Evangélicos e católicos vivem em paz. Não existe nenhuma iniciativa por parte de líderes evangélicos, junto a nenhuma candidatura, para promover o cancelamento de feriados ou cultos de qualquer religião.“.
De onde surgiu a polêmica?
Em suma, as publicações que ligaram Flávio à mudança citaram o PL 2.623/2007, apresentado pelo então deputado Victório Galli. A proposta pretendia trocar na legislação a expressão “Padroeira do Brasil” por “Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”.
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Além disso, projeto de 2007 também previa substituir “culto público e oficial” por “homenagem oficial”. No entanto, a proposta foi rejeitada pela Câmara e arquivada em 22 de agosto de 2008. Portanto, não existe atualmente uma tramitação desse projeto ligada a Flávio ou a família Bolsonaro.
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