
A CPMI do INSS entrou em um novo capítulo de tensão. Nesta terça-feira (3), parlamentares de lados opostos apresentaram requerimentos pedindo a quebra de sigilo bancário, fiscal e de dados financeiros de dois nomes: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha.
O pedido contra Flávio partiu do deputado Rogério Correia (PT-MG). Ele alega que uma relação entre a administradora do escritório de advocacia do senador e um sócio da empresa do “Careca do INSS” levanta suspeitas.
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“a investigação desse fluxo financeiro é fundamental para apuração sobre possíveis conflitos de interesse, favorecimento indevido, tráfico de influência, recebimento de vantagens econômicas, ou seja, a eventual vinculação entre decisões administrativas, interesses eleitorais e as atividades do escritório“, diz requerimento.
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Do outro lado, o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) pediu à Coaf relatórios e a quebra de sigilo de Lulinha. O movimento segue um pedido do relator, deputado Alfredo Gaspar, que justificou a necessidade de investigar o filho de Lula.
“A necessidade de investigar Fábio Luís decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde explicitamente tratar-se de ‘o filho do rapaz'”, diz.
Os requerimentos ainda precisam ser votados e aprovados pela maioria da comissão. Enquanto isso, fontes indicam que o governo se mobiliza para barrar os pedidos que envolvem Lulinha, mostrando que a batalha dentro da CPI está longe de acabar.
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