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Flávio Bolsonaro lamenta morte brutal: ”Dor”

Senador defende legislação mais firme.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Flávio Bolsonaro faz súplica em vídeo (Foto: Montagem/Redes Sociais)
Flávio Bolsonaro se pronuncia sobre morte do cachorro Orelha  (Foto: Montagem/Redes Sociais)

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou suas redes sociais para se manifestar sobre o caso do cachorro Orelha, que comoveu Santa Catarina e repercutiu em todo o país.

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Em sua publicação no X, antigo Twitter, o parlamentar prestou solidariedade às pessoas que cuidavam do animal e classificou o ocorrido como uma “crueldade sem justificativa”.

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Flávio Bolsonaro pede responsabilização por crime

Em sua mensagem, Flávio destacou que episódios de violência contra animais não podem ser relativizados, independentemente da idade dos responsáveis. Para o senador, situações de brutalidade exigem responsabilização e uma legislação rígida que proteja os inocentes e impeça que a crueldade se torne algo habitual.

Flávio Bolsonaro também compartilhou uma experiência pessoal, lembrando que é tutor de cães e afirmando não conseguir “imaginar a dor de perder um animal de forma tão violenta”. Ele finalizou a postagem reforçando que “defender os animais é defender valores básicos de humanidade”.

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O cão comunitário Orelha foi brutalmente agredido em 4 de janeiro na Praia Brava, área nobre de Florianópolis, e morreu após eutanásia devido à gravidade dos ferimentos. Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos do crime de maus-tratos. Além disso, três adultos, pais e um tio dos jovens, foram indiciados por suspeita de coação a uma testemunha durante a investigação.

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O caso gerou forte comoção nacional, com celebridades, moradores e protetores de animais cobrando justiça. Exames periciais confirmaram que o animal foi atingido na cabeça com um objeto contundente, que não foi localizado. A Polícia Civil conduziu o inquérito, ouvindo múltiplas pessoas, e busca garantir que o crime não fique impune.

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Amanda Souza
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