
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou suas redes sociais para se manifestar sobre o caso do cachorro Orelha, que comoveu Santa Catarina e repercutiu em todo o país.
Em sua publicação no X, antigo Twitter, o parlamentar prestou solidariedade às pessoas que cuidavam do animal e classificou o ocorrido como uma “crueldade sem justificativa”.
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Flávio Bolsonaro pede responsabilização por crime
Em sua mensagem, Flávio destacou que episódios de violência contra animais não podem ser relativizados, independentemente da idade dos responsáveis. Para o senador, situações de brutalidade exigem responsabilização e uma legislação rígida que proteja os inocentes e impeça que a crueldade se torne algo habitual.
Flávio Bolsonaro também compartilhou uma experiência pessoal, lembrando que é tutor de cães e afirmando não conseguir “imaginar a dor de perder um animal de forma tão violenta”. Ele finalizou a postagem reforçando que “defender os animais é defender valores básicos de humanidade”.
Minha solidariedade às pessoas que, por tantos anos, cuidaram com carinho do cachorrinho conhecido em Santa Catarina como Orelha. O que fizeram com ele foi uma crueldade sem tamanho. Nada justifica um ato desses.
Casos assim mostram que a violência começa cedo e não pode ser… pic.twitter.com/waymlojgRe
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) January 28, 2026
O cão comunitário Orelha foi brutalmente agredido em 4 de janeiro na Praia Brava, área nobre de Florianópolis, e morreu após eutanásia devido à gravidade dos ferimentos. Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos do crime de maus-tratos. Além disso, três adultos, pais e um tio dos jovens, foram indiciados por suspeita de coação a uma testemunha durante a investigação.
O caso gerou forte comoção nacional, com celebridades, moradores e protetores de animais cobrando justiça. Exames periciais confirmaram que o animal foi atingido na cabeça com um objeto contundente, que não foi localizado. A Polícia Civil conduziu o inquérito, ouvindo múltiplas pessoas, e busca garantir que o crime não fique impune.
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