Foragido, Goleiro Bruno aciona a Justiça contra plataforma digital

Audiência de conciliação é marcada em processo, mas ex-atleta "foge"

Lívia Cout
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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Goleiro Bruno
Goleiro Bruno. (Foto: Reprodução/GloboPlay)

Mesmo foragido após o não cumprimento de um mandado de prisão expedido no dia 5 de março, o goleiro Bruno Fernandes mantém uma movimentação ativa no Judiciário. Desta vez, porém, ele não aparece como réu. O ex-atleta atua como autor em um processo contra a Meta, empresa responsável por uma rede social famosa.

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Goleiro Bruno processa rede social e pede indenização por falhas em perfil

No dia 30 de março, Bruno ingressou com ação alegando falhas em seu perfil profissional no Instagram. De acordo com ele, a plataforma não removeu a conta, mas passou a restringir sua visibilidade. Com isso, usuários passaram a acreditar que o perfil havia sido desativado.

Ainda conforme a petição, o ex-atleta do Flamengo afirma que a conta permanece ativa, porém sem alcance no Brasil. Ele sustenta que a situação afeta diretamente sua presença digital, com impacto em alcance, engajamento e credibilidade.

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Ex-Flamengo tenta participação virtual em audiência e tem solicitação negada

Como medida urgente, Bruno solicitou uma liminar para restabelecer o funcionamento normal da página. O pedido, no entanto, foi negado em 31 de março. Isso porque o juiz entendeu que não havia elementos suficientes para caracterizar risco imediato de dano. Na ação, além da regularização do perfil, o ex-jogador também pediu uma indenização de R$ 30 mil por danos morais. O processo tramita no 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes.

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Em seguida, uma audiência de conciliação foi marcada para maio. Já no dia 8 de abril, Fernandes tentou participar do encontro de forma virtual. O pedido foi analisado e negado em 13 de abril. Conforme o magistrado, a regra prevê participação presencial nas audiências. Além disso, a parte não apresentou elementos que justificassem a exceção para o formato remoto.

Enquanto o processo avança, o histórico judicial do goleiro também pesa no contexto. Em 2010, a Justiça prendeu Bruno pelo assassinato de Eliza Samudio. A execução penal resultou na expedição de um mandado recente, e a situação atual o mantém como foragido.

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Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
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