
A Copa do Mundo de 2026, sediada nos EUA, México e Canadá, deve marcar a despedida de craques que dominaram o futebol nas últimas duas décadas, como Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar.
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Contudo, não é só o “Trio Monstro” que se despede dos campos:
- Guillermo Ochoa (México), aos 40 anos, disputará sua sexta Copa.
- Manuel Neuer (Alemanha) retorna para mais uma edição.
- Luka Modrić (Croácia), também aos 40, deve encerrar sua trajetória.
- Kevin De Bruyne (Bélgica), aos 35, dificilmente jogará outra Copa.
- Virgil van Dijk (Holanda), capitão da defesa, também deve se despedir.
- James Rodríguez (Colômbia), aos 35, vive seu provável último Mundial.
- Outros nomes como Salah, Mané, Mahrez e Son Heung-min entram em fase final de carreira.
Muitos desses jogadores já migraram para ligas menos exigentes fisicamente, como a MLS e o futebol saudita, para prolongar suas carreiras. Fim de uma era, a Copa de 2026 pode ser a última chance para essa geração levantar o troféu mais importante do futebol, após acumular Bolas de Ouro, títulos continentais e Champions League.
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O torneio de 2026 não será apenas uma competição esportiva, mas também um marco histórico: a despedida coletiva de ídolos que definiram o futebol do século XXI. O pior é que não há, até agora, nomes com o mesmo peso e carisma prontos para ocupar esse espaço.
Embora existam jovens talentos promissores (Mbappé, Haaland, Vinícius Júnior, Bellingham), nenhum deles parece reunir, sozinho, o mesmo impacto global que essa geração teve.
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