
Um dos maiores jogadores do mundo pelo Real Madrid, o atacante francês Kylian Mbappé Lottin demonstrou fora dos campos a preocupação com o avanço da direita no mundo.
O rapagão que “estão batendo à porta do poder” ao falar sobre o avanço da direita na França, em papo com a revista Vanity Fair. O futebolista também disse que jogadores devem se posicionar politicamente e não ficar só na bola, ressaltando que “antes de tudo, são cidadãos”.
A fala foi realizada em meio ao debate sobre o crescimento do espectro político na França e perspectiva sobre a Copa do Mundo, que ocorrerá nos Estados Unidos, Canadá e México. A respeito da direita francesa, declarou que o avanço foi “algo que nos chocou”.
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Mbappé destacou que, antes de ser estrela internacional, é cidadão e não está desconectado do mundo. Criticou a ascensão da extrema-direita na França em 2024, chamando-a de “catastrófica”. O jogador defendeu que jogadores de futebol têm o direito de se posicionar politicamente, rejeitando a ideia de que devem apenas jogar.
Mbappé fala sobre política
O artilheiro descreveu a fama como a “sensação de não pertencer mais a si mesmo” e admitiu que, por ter ficado famoso muito jovem, nem sempre lidou bem com o assédio, mas hoje busca ter mais empatia com os fãs. Apesar das dificuldades, considera ingrato reclamar diante do carinho e reconhecimento de milhões de pessoas.
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Ele foi indagado por já ter disputado Copas em países cercados por dilemas éticos (Rússia e Catar). Contudo, sobre a edição de 2026 nos EUA, disse não ter conhecimento suficiente para avaliar a organização, deixando a responsabilidade à FIFA.
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