Gilmar Mendes puxa freio de mão e salva Lulinha de ter sigilo exposto

Ministro pede destaque e julgamento sobre quebras da CPMI recomeça do zero

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Gilmar Mendes e Lulinha (Foto: Montagem)
Gilmar Mendes e Lulinha (Foto: Montagem)

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acionou o mecanismo do destaque e retirou do plenário virtual o julgamento que poderia derrubar a suspensão das quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

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Com a manobra, o caso agora será reiniciado no plenário físico, onde os ministros vão debater ao vivo se a CPMI do INSS agiu corretamente ao aprovar em bloco dezenas de requerimentos. As informações são do CNN Brasil.

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Enquanto a nova data não é definida pelo presidente da Corte, Edson Fachin, a liminar concedida pelo ministro Flávio Dino segue em pé. Na prática, Lulinha e outros investigados continuam com os sigilos bancário e fiscal blindados.

Lulinha tem sigilo exposto e vira alvo de suspeitas

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, entrou na mira das investigações da CPMI do INSS. Os sigilos bancário e fiscal do filho mais velho do presidente Lula foram quebrados em fevereiro, no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura um rombo bilionário nos cofres da Previdência.

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A suspeita é que Lulinha atuava como “sócio oculto” de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como chefe do esquema. Investigações apontam que o herdeiro presidencial pode ter recebido “mesadas” de até R$ 300 mil, repassados por meio de uma amiga em comum. A Polícia Federal investiga se ele usava a influência política para facilitar os desvios em Brasília.

As quebras de sigilo também revelaram movimentações de R$ 721 mil transferidas pelo próprio Lula ao filho. A defesa de Lulinha afirma que os valores são legítimos, classificam as acusações como “fofocas e vilanias” e alegam que se trata de adiantamento de herança ou devolução de custos. O governo federal tenta blindar o filho do presidente e sustenta que as investigações têm motivação política.

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Amanda Souza
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