
Integrantes da cúpula do Governo Lula reagiram com indignação à aprovação da quebra do sigilo bancário de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, ocorrida nesta quinta-feira (26) na CPMI do INSS.
Nos bastidores, a avaliação é de que o presidente do colegiado, senador Carlos Viana, teria conduzido o processo de forma arbitrária para garantir o resultado. As informações são de Milena Teixeira, do Metrópoles.
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Governo Lula aciona Alcolumbre e Conselho de Ética contra Viana
A sessão foi marcada por clima tenso e acusações mútuas entre governistas e oposicionistas. Auxiliares diretos do Palácio do Planalto sustentam que Viana teria simplesmente ignorado a contagem dos votos para impor a medida, uma vez que a base aliada tecnicamente possui maioria no colegiado.
“Se somos maioria, como explicar uma derrota tão simbólica? Isso não se sustenta”, desabafou um ministro em conversa reservada.
Diante da controvérsia, o governo já articula medidas para reverter a decisão. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) anunciou que levará o caso ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, e também formalizará representação no Conselho de Ética contra Carlos Viana.
“Diante deste fato, nós iremos até o presidente do Congresso Nacional para solicitar a imediata anulação que teve aqui, e, ao mesmo tempo, vamos fazer uma representação no Conselho de Ética do Congresso Nacional contra Vossa Excelência por decisão de fraudar o resultado da votação”, declarou Pimenta durante a sessão.
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