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Governo Lula e Bolsonaristas disputam destino de Bolsonaro e condenados do 8/1

Governo mobiliza base aliada no Congresso para barrar manobra da oposição.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Lula e Bolsonaro
Lula e Bolsonaro. (Fotos: Divulgação/Agência Brasil/Montagem/Área Vip)

O Governo Lula declarou guerra total para manter o veto presidencial que impede a redução de penas para os condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro.

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A ministra Gleisi Hoffmann saiu em defesa da decisão de Lula, tomada publicamente durante a cerimônia que marcou o terceiro aniversário da invasão às sedes dos Três Poderes.

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Vamos conversar com o Congresso Nacional, conversar com os aliados. Sabemos da correlação de forças difícil que tem lá, da disputa que tem em torno desse tema, mas vamos fazer a conversa sim. Não vamos desistir fácil”, assegurou a ministra em conversa com jornalistas após o evento.

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O projeto, conhecido como PL da Dosimetria e aprovado às pressas no fim de dezembro, tem como principal impactado o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos de prisão. O destino da medida agora está nas mãos do Congresso, que precisará votar pela manutenção ou pela derrubada do veto.

A reação da oposição foi imediata e carregada de acusações. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, atacou a motivação do presidente. Para ele, a medida é uma “prova de ódio que ele [Lula]”, bem como “toda a esquerda” tem dos “patriotas”.

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Do outro lado, o relator da proposta, deputado Paulinho da Força, já articula a reação no parlamento. Em nota, o parlamentar lançou um alerta sobre os riscos da decisão presidencial: “Ao vetar esse projeto, Lula desconsidera uma construção coletiva do Congresso e reabre tensões que já haviam sido superada, optando pelo confronto em vez do diálogo”.

O cenário configura um dos maiores embates políticos do ano, colocando governo e oposição ediante de uma disputa que pode mudar os rumos nas próximas eleições.

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Amanda Souza
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