
Em uma entrevista concedida à rede americana Fox News, a líder oposicionista venezuelana Corina Machado afirmou que quer entregar o Prêmio Nobel da Paz ao presidente Donald Trump. Ela disse se tratar de um gesto simbólico, mesmo ele tendo-a descartado publicamente como uma líder sem apoio interno.
Corina também detalhou um ambicioso plano para transformar a Venezuela, detentora das maiores reservas de petróleo do mundo, no “centro energético das Américas”.
+ ‘Eu sou inocente’, afirma Maduro ao ser acusado de 4 crimes graves nos Estados Unidos
🇻🇪 Após ser descartada por Trump, Corina Machado se humilha e diz que quer entregar o seu Nobel da Paz para o ditador estadunidense!
Incrível como a direita venezuelana consegue ser tão ruim quanto a brasileira. pic.twitter.com/XCiVVmD2wE
— Análise Política 2 (@analise2025) January 6, 2026
+
Corina Machado acusa interina de tortura
Sem revelar sua localização atual, Machado criticou veementemente a presidente interina Delcy Rodríguez, empossada nesta segunda-feira, chamando-a de “uma das principais arquitetas da tortura” do regime. Ela também expressou total confiança em uma vitória eleitoral esmagadora. “Em eleições livres e justas, venceremos com mais de 90% dos votos, não tenho nenhuma dúvida disso”, afirmou.
Do outro lado, Donald Trump reafirmou no sábado sua posição de descartar Machado para assumir o comando do país, alegando que ela “não tem apoio nem respeito dentro de seu país”.
O ex-presidente americano também afastou a possibilidade de eleições imediatas na Venezuela, priorizando a estabilização do país, e deixou claro seu interesse estratégico nas vastas reservas petrolíferas venezuelanas.
Após o ataque e tomada de poder da Venezuela, Donald Trump afirmou não ter contato com María Corina Machado, a qual descreveu como “uma mulher simpática”. No entanto, duvidou de sua capacidade de governar, alegando que ela não teria “o apoio dos venezuelanos”. O ex-presidente reafirmou que os EUA administrarão a Venezuela até uma transição.
Anteriormente, Machado declarou ser a hora da “soberania popular” e da posse do candidato Edmundo González Urrutia como novo líder do país.
Lula procura presidente interina da Venezuela após prisão de Maduro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) telefonou para a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez nesta segunda-feira… LEIA MAIS!






