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Humilhação! Corina Machado oferece Nobel da Paz a Trump após ser descartada por ex-presidente

Líder oposicionista, que ofereceu seu Nobel da Paz a Trump, detalha plano ambicioso em entrevista, mesmo após ser rejeitada por ele.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Corina Machado (Foto: Fox News)
Corina Machado (Foto: Fox News)

Em uma entrevista concedida à rede americana Fox News, a líder oposicionista venezuelana Corina Machado afirmou que quer entregar o Prêmio Nobel da Paz ao presidente Donald Trump. Ela disse se tratar de um gesto simbólico, mesmo ele tendo-a descartado publicamente como uma líder sem apoio interno.

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Corina também detalhou um ambicioso plano para transformar a Venezuela, detentora das maiores reservas de petróleo do mundo, no “centro energético das Américas”. 

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Corina Machado acusa interina de tortura

Sem revelar sua localização atual, Machado criticou veementemente a presidente interina Delcy Rodríguez, empossada nesta segunda-feira, chamando-a de “uma das principais arquitetas da tortura” do regime. Ela também expressou total confiança em uma vitória eleitoral esmagadora. “Em eleições livres e justas, venceremos com mais de 90% dos votos, não tenho nenhuma dúvida disso”, afirmou.

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Do outro lado, Donald Trump reafirmou no sábado sua posição de descartar Machado para assumir o comando do país, alegando que ela “não tem apoio nem respeito dentro de seu país”.

O ex-presidente americano também afastou a possibilidade de eleições imediatas na Venezuela, priorizando a estabilização do país, e deixou claro seu interesse estratégico nas vastas reservas petrolíferas venezuelanas.

Após o ataque e tomada de poder da Venezuela,  Donald Trump afirmou não ter contato com María Corina Machado, a qual descreveu como “uma mulher simpática”. No entanto, duvidou de sua capacidade de governar, alegando que ela não teria “o apoio dos venezuelanos”. O ex-presidente reafirmou que os EUA administrarão a Venezuela até uma transição.

Anteriormente, Machado declarou ser a hora da “soberania popular” e da posse do candidato Edmundo González Urrutia como novo líder do país.

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Amanda Souza
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