
Em um emocionado desabafo nas redes sociais, a primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, manifestou profunda indignação e tristeza em relação ao brutal assassinato do cão comunitário Orelha, ocorrido em Florianópolis (SC).
Em publicação no Instagram, Janja questionou a crueldade humana e alertou sobre a banalização da violência entre os jovens, vinculando o crime a um problema social mais amplo.
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”Orelha era um cão comunitário, cuidado por diversos moradores da Praia Brava, e amado por todos. Sua morte não é apenas um episódio isolado de crueldade. É um alerta doloroso sobre uma geração exposta, desde cedo, a discursos e conteúdos digitais que banalizam a violência e transformam a dor em entretenimento”, escreveu a esposa de Lula.
E a primeira-dama complementou em sua publicação nas redes sociais: ”Quando a brutalidade vira desafio, quando o outro ser deixa de ser visto como alguém que sente, algo está muito errado! A perversidade não nasce do nada. Ela é cultivada na omissão, na falta de limites, de cuidado, de presença, e também na impunidade”.
Entenda o caso
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a morte do cão comunitário “Orelha”, vítima de maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis. Quatro adolescentes são suspeitos do crime. Nesta segunda-feira (26), a polícia cumpriu três mandados de busca, atingindo dois dos jovens.
Os outros dois suspeitos estão em uma viagem pré-programada aos Estados Unidos e só retornarão na próxima semana. Um dos mandados também visou um adulto suspeito de coagir uma testemunha. O cachorro, encontrado gravemente ferido, precisou ser submetido à eutanásia após o ataque.
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