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Lula e Putin fecham cerco contra EUA em defesa da Venezuela

Líderes reforçam aliança e condenam ação norte-americana.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Presidente Lula e Vladimir Putin, presidente da Rússia (Foto: Montagem/Agência Brasil)
Presidente Lula e Vladimir Putin, presidente da Rússia (Foto: Montagem/Agência Brasil)

Em uma conversa por telefone realizada nesta quarta-feira (14), os presidentes do Brasil e da Rússia, Luiz Inácio Lula da Silva e Vladimir Putin, tramaram um confronto direto com a política externa dos Estados Unidos. A conversa, ocorrida em um momento de turbulência global, focou-se na crise venezuelana e em tensões geopolíticas recentes.

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De acordo com o comunicado oficial do Kremlin, a discussão girou em torno de visões estratégicas comuns. Durante a ligação, Lula e Putin enfatizaram as abordagens fundamentais compartilhadas pela Rússia e pelo Brasil “em relação à garantia da soberania estatal e dos interesses nacionais da República Bolivariana”.

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O entendimento entre os presidentes resultou em um pacto para intensificar a cooperação bilateral e multilateral. Eles concordaram em continuar coordenando esforços, inclusive no âmbito da ONU (Organização das Nações Unidas) e por meio do BRICS, para reduzir a tensão na América Latina e em outras regiões.

Este alinhamento ocorre ao mesmo tempo em que o governo Lula criticou a recente operação militar conduzida pelos Estados Unidos na Venezuela, que culminou na captura do ditador Nicolás Maduro. O governo Lula tem sido um dos principais nomes que criticam as ações do presidente Donald Trump, fortalecendo um discurso em defesa intransigente da autodeterminação dos países.

Em reação ao episódio, o presidente brasileiro foi incisivo, classificando a intervenção como uma “afronta gravíssima” e afirmando que Washington ultrapassou uma “linha inaceitável”.

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A chamada com Putin sinaliza uma movimentação diplomática ativa do Brasil para formar uma frente de oposição à influência norte-americana, consolidando parcerias com potências rivais do Ocidente.

Com informações CNN*

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Amanda Souza
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